quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

COP 16 foi um sucesso ou (mais) um fracasso?

No mesmo mês em que o Brasil divulgou informações a respeito de uma queda recorde no desmatamento na Amazônia e o lançamento de um fundo sobre o clima financiado pela indústria do petróleo, o mundo se reuniu em Cancun, no México, para a 16ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP16).
A rodada de debates, que se estendeu de 29 de novembro a 10 de dezembro, trouxe, para muitos dos participantes, uma sensação de que pouco foi feito. Para outros, que tinham as mínimas expectativas, o encontro foi satisfatório. Esta opinião foi expressada em diversos veículos de imprensa, que destacaram dois pontos importantes do COP 16:
- a incapacidade de colocar em discussão a emissão de gases poluentes pelos Estados Unidos e pela China;
- a formação do chamado Fundo Verde, a ser gerenciado pelo Banco Mundial, que vai administrar a ajuda financeira dos países ricos às nações em desenvolvimento, saiu do papel e até 2020 serão doados US$ 100 bilhões.
No entanto, senhoras e senhores senadores, até onde se sabe, esse Fundo Verde guarda algumas dúvidas:
- De onde virá o dinheiro?
- Para quais finalidades serão utilizados esses recursos?
De acordo com as tratativas desenvolvidas no COP 16, o fundo servirá para a adaptação e mitigação dos efeitos das mudanças climáticas nos locais mais vulneráveis.
Já tratamos aqui, em outros pronunciamentos sobre o meio ambiente, ainda no primeiro semestre, da necessidade da criação desse fundo. Principalmente porque já ficou mais do que comprovado que as negociações dos resgates de crédito de carbono são na verdade tratativas extremamente complicadas e que não contemplam os pequenos e médios produtores do agronegócio, assim como pequenos proprietários de terras com cobertura vegetal.
Tal fundo, dentro de meu ponto de vista, deve ser formado exatamente com recursos oriundos de países que tanto se negam a reduzir suas emissões de gases poluentes quanto teimam em enxergar a necessidade de reflorestamento apenas em outros territórios, que não os deles.
Ou seja, desde Copenhague esta é  a questão central da estratégia do ambientalismo internacional:   se resume em reforçar uma estrutura de governança mundial assustadora  e perigosíssima,   visando  atuar nos países  em desenvolvimento , sob o pretexto de evitar uma catástrofe climática causada pretensamente pelo homem.  Ou seja, não se comprometem em reduzir emissões, mas se estruturam para intervir nos países pobres para que os mesmos reduzam... É ridículo, mas altamente perigoso!
Voltando ao que considero justo, recolhido tal fundo, esses recursos deveriam servir para remunerar as perdas com a redução de produção causada pela aplicação de programas de preservação. Afinal de contas, tais programas postos em prática já representam, por si só, as medidas mitigadoras dos efeitos climáticos, assim como ações para reversão do cenário atual de um suposto desequilíbrio climático resultante da ação humana. Fato esse, que faço questão de reiterar aqui como já falei em outras situações, ainda não tem comprovação científica efetiva. É senso comum que comprovação científica não advém tão somente da observação, mas da possibilidade de reprodução de um determinado fenômeno e da repetição de tal fenômeno de acordo com uma série de condições estabelecidas.
Meus amigos de Rondônia e de todo o Brasil, o País registrou este ano um desmatamento 47% menor do que ocorrido no ano passado. Estamos controlando nossas emissões de gases poluentes. O presidente Lula já afirmou a intenção de criar um fundo para adaptação às mudanças climáticas e projetos de mitigação que será bancado pelos lucros da indústria do petróleo. O mecanismo receberá cerca de R$ 300 milhões em 2011, mas este valor poderá ser maior nos próximos anos, uma vez que a expectativa é de que a produção petrolífera brasileira dobre na próxima década.
Diante de tudo isso, diante de uma COP 16 em Cancun, é impossível não fazer o questionamento sobre o que os países ditos desenvolvidos querem mais para que comecem a apresentar, de fato, atitudes que tenham alguma associação lógica com a política ambientalista que eles pregam?
Será que toda essa política se aplica apenas a nós? Como disse a nossa ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira, ABRE ASPAS: Onde estão as reduções de emissões? Onde está o compromisso formal dos EUA? Eles terão de fazer isso, porque os países em desenvolvimento estão fazendo. Os EUA precisam ter uma posição mais ativa que aquela demonstrada pelo congresso americano, FECHA ASPAS.
Eu digo, senhoras e senhores senadores, que não são apenas os Estados Unidos que devem repensar sua posição dentro dessa política climática global. Fora do Brasil existem outras regiões, como a África, sendo desmatadas e degradadas sob ação de empresas de outros continentes, como a Europa e a Ásia.
Mas essa possibilidade parece cada vez mais remota. Para reforçar a tendência de "desaquecimento", a contundente derrota sofrida pelo Partido Democrata norte-americano nas eleições de novembro último sepulta definitivamente qualquer possibilidade de aprovação pelo Congresso dos EUA de esquemas de limitação de emissões de carbono. Uma demonstração disso foi a decisão anunciada pela liderança do Partido Republicano na Câmara dos Deputados, de encerrar as atividades do Comitê Seleto sobre Independência Energética e Aquecimento Global, criado em 2007 pelos Democratas. Com isso, as perspectivas do mercado de créditos de carbono nos EUA se tornam bastante restritas, como se depreende pelo encerramento deste tipo de negócios na Bolsa Climática de Chicago, que deverá ocorreraté o final do mês. Al Gore ganhou lá mais de US$ 1 bilhão de dólares, aproveitando, nos últimos anos, um momento de ilusões que já não existe mais.
Diante disso tudo, senhor presidente, eu, como boa parte da população brasileira e quiçá mundial, fico com a impressão de que esta reunião em Cancun, assim como a de Copenhague, funcionam com dois pesos e duas medidas e tratam, basicamente, de manter o status quo econômico mundial.
Ou seja: os países desenvolvidos e industrializados nada fazem para conter seu desenvolvimento, mas exigem, através de ações indiretas, que os países em desenvolvimento sustem seu crescimento econômico em função de justificativas ambientais.
Por isso, sou levado a discordar do presidente do México, Felipe Calderon, quando disse ABRE ASPAS “Hoje, com esta conferência, temos a oportunidade de começar a construir uma nova história onde o crescimento econômico, a luta contra a pobreza e a vida em harmonia com o meio ambiente estão ao nosso alcance”.
Infelizmente, com todo o respeito, excelentíssimo senhor presidente Felipe Calderon, não vejo essa situação desta forma. O acordo realizado em Cancún pede para que os países ricos cortem suas emissões de gases do efeito estufa, mas não os obriga a isso. Já as nações em desenvolvimento devem honram suas metas de emissão definidas na COP15 em Copenhague no ano passado.

Sobre toda essa situação, hoje fui acometido por um questionamento que faço questão de compartilhar com meus colegas senadores e com todo o Brasil:
O ambientalismo internacional, representado por ONGs ou por nações, teima em estabelecer um patamar mínimo de florestas, de cobertura vegetal no planeta, para que a vida se torne sustentável. No entanto alguém já parou para pensar em qual seria o patamar MÁXIMO de seres humanos sobre a face da terra para que a vida continue sustentável? E a partir do momento em que se estabelecer tal patamar, o número máximo de pessoas no planeta, o que faremos?
Ora, esse raciocínio é exatamente o outro lado da moeda que a política ambientalista internacional vem usando como argumento para defender seus pontos de vista. É o lado da moeda que teimam em esconder.
Não existe fundamentação científica exata da demanda de florestas para seqüestro de carbono. No entanto, existe a certeza de que a população do planeta aumenta a cada dia. E essas pessoas não são apenas afetadas pelo clima ou apenas respiram. Essas pessoas se alimentam.
Por isso, eu quero encerrar esse meu posicionamento citando uma das tantas frases que vi durante a cobertura jornalística do COP 16. Ela diz assim, ABRE ASPAS, "Diplomatas saem da COP-16 aliviados por não terem que explicar por que falharam mais uma vez na defesa das futuras gerações”, FECHA ASPAS.
Sim. Estão sendo cometidas falhas não apenas com as futuras gerações, mas com as gerações atuais, que precisam de emprego, moradia, alimento e esperança no futuro. É preciso parar de pensar no meio ambiente como um elemento capaz de provocar alterações apenas no futuro.
Mais uma vez afirmamos a necessidade do Brasil assumir sua responsabilidade com o meio ambiente brasileiro, mas com base na nossa própria extraordinária capacidade científica e tecnológica, com luz própria e com soberania nacional. Deveremos atingir o desmatamento ilegal zero a partir do nosso zoneamento ecológico econômico aperfeiçoado e atualizado. Devemos continuar preservando as áreas já enormes que temos, protegidas por parques e reservas. Devemos desenvolver nossas tecnologias de desenvolvimento sustentável para conservar a natureza do nosso país-continente, porem incluindo o ser humano e respeitando o nosso sagrado dever de combater a pobreza.

Entre árvores e seres humanos

O ambientalismo internacional, representado por ONGs ou por nações, teima em estabelecer um patamar mínimo de florestas, de cobertura vegetal no planeta, para que a vida se torne sustentável. No entanto alguém já parou para pensar em qual seria o patamar MÁXIMO de seres humanos sobre a face da terra para que a vida continue sustentável? E a partir do momento em que se estabelecer tal patamar, o número máximo de pessoas no planeta, o que faremos?
Ora, esse raciocínio é exatamente o outro lado da moeda que a política ambientalista internacional vem usando como argumento para defender seus pontos de vista. É o lado da moeda que teimam em esconder.
Não existe fundamentação científica exata da demanda de florestas para seqüestro de carbono. No entanto, existe a certeza de que a população do planeta aumenta a cada dia. E essas pessoas não são apenas afetadas pelo clima ou apenas respiram. Essas pessoas se alimentam.

Parabéns à Polícia Federal

Quero parabenizar a Polícia Federal pela operação Príncipe da Beira, realizada em Rondônia, Rio de Janeiro no Mato Grosso do Sul.
A operação desarticula uma quadrilha de tráfico de armas e de drogas, que tinha negócios lícitos como fachada. Foram presas 10 pessoas, apreendidos 300kg de pasta base de cocaína, apreendidos sete veículos e armas. As informações são do jornal O Globo.
No total, são cumpridos 24 mandados de prisão temporária, dos quais 22 em Rondônia e dois no Rio de Janeiro, além de 40 mandados de busca domiciliar - 37 em Rondônia, dois no Rio de Janeiro e um no Mato Grosso do Sul.
A investigação começou após apreensão de fuzis e grande quantidade de munição no município de Primavera do Leste, no Mato Grosso, armamento que teria sido comprado na cidade de Ji-Paraná. A quadrilha, segundo a PF, está baseada nas cidades de Costa Marques e Alvorada D'Oeste, em Rondônia, e tem ramificação em Guayaramerin, na Bolívia. Drogas e armas tinham como principais destinos Rio de Janeiro, Goiás e Ceará.
A operação é feita em parceria com o Ministério Público Federal de Ji-Paraná. Participam 260 policiais, sendo 180 Policiais Federais, com o apoio do GOE (Grupo de Operações Especiais) da Polícia Militar do Estado de Rondônia, da Força Nacional de Segurança Pública e de Agentes Penitenciários Federais.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Táxi tem que ter conforto e segurança

Meus amigos de Rondônia e do Brasil, já repararam que tem táxi de todo tipo de tamanho, espaço interior, com ou sem ar-condicionado, com porta-malas pequeno, com porta-malas grande?
Pois é. É preciso regulamentar esse importante serviço que funciona em praticamente todas as cidades do Brasil.
O que um táxi precisa ter?
Com certeza, ar-condicionado, cintos de segurança em todos os bancos (funcionando e limpos!), GPS e espaço suficiente entre os bancos de trás e os da frente, assim como no porta-malas.
Isso significa que nem todos os veículos poderão servir como táxi, não é verdade?
Tem carro que o teto, no banco de trás, é muito baixo e quando um adulto senta lá, tem que ficar com o pescoço torto.
Os veículos definidos para o serviço de táxi deverão ter medidas específicas, e isso precisa ser regulamentado.
É muito fácil cobrar com um carro pequeno, quente e desconfortável o mesmo preço cobrado por uma corrida em um táxi grande, confortável, climatizado. E olha que tem ocasiões em que o passageiro tem que carregar a mala no colo porque o porta-malas do taxista é pequeno e está cheio de alto-falantes....

Prioridade é educação

É preciso trocar em miúdos quando o assunto é prioridade, ainda mais quando essa prioridade é educação.
Quando o governo Lula lançou o PAC, o País percebeu que tinha um déficit (uma falta) de engenheiros em várias regiões. Eu falei sobre isso no plenário. Isso é falta de material humano. Material humano é "construído" com educação.
No noticiário de ontem (segunda-feira), saiu uma matéria falando que a categoria que mais recebeu aumento salarial em 2010 foi a de engenheiros. Estão ligando as coisas? Isso é lei de oferta e de procura.
Precisamos formar mais engenheiros, mas não precisamos formar APENAS engenheiros.
Na educação sempre haverá equilíbrio, e a melhor forma de fazer isso é integrando um planejamento econômico ligado à educação.
Uma coisa é um Plano de como a educação deve funcionar. Outra coisa é como a educação deve funcionar de forma integrada com a economia.
Sim, é complexo, mas temos gente capacitada para fazer isso.
Por isso eu afirmei em pronunciamento ontem, segunda-feira, que a educação é a prioridade nacional.
Porque precisamos de material humano, mão de obra preparada em todos os setores. E um dos setores que anda enfraquecido há um bom tempo é o da área de Exatas: MATEMÁTICA, FÍSICA, QUÍMICA...
Quem está na escola hoje sabe muito bem que tem muito professor(a) dessas disciplinas que não foram formados nessa área. Estão bravamente dando conta de suprir uma necessidade da escola.
E eu digo e repito: precisamos de gente bem qualificada não apenas para trabalhar como empregado, mas como empreendedores, como cientistas, como criadores de tecnologia.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Por uma educação melhor

Falei ainda há pouco no plenário do Senado Federal sobre a a situação da educação no Brasil. Ficamos em 53o lugar no Exame de Pisa (prova internacional envolvendo 65 países). Tivemos melhoras nos últimos 10 anos, mas simplesmente deixamos de ficar no último lugar para continuar nos últimos lugares.
Na minha opinião, temos muito a fazer para pelo menos chegar em posições medianas dentro desse exame. Mas temos a receita aqui, em nossas mãos, e não estamos usando.
Existem unidades escolares federais, públicas, que têm médias elevadas, no nível de países de Primeiro Mundo. Esses mesmo alunos são os que estão se tornando grandes profissionais, daqueles que fazem a diferença.
E por que não reproduzir no resto do País, do Brasil, as técnicas utilizadas nessas instituições?
Tudo, no final das contas, é uma questão de prioridades. E quando vamos admitir que a educação, que a formação de nossa força de trabalho, de nossa mão de obra, é A GRANDE PRIORIDADE DO BRASIL?

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Acir Gurgacz defende a união entre agronegócio e ambientalismo


No mesmo dia em que presidiu uma sessão solene em homenagem à Marinha de Guerra do Brasil, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) defendeu uma rápida saída para o impasse que vem cercando a votação do Código Florestal Brasileiro. “Não podemos correr o risco de deixar esse projeto ser votado somente no ano que vem”, disse o senador.
“Este assunto já está sendo discutido há mais de 10 anos no Congresso”, protestou Acir Gurgacz, destacando que o mesmo não avança “justamente por conta de interpretações eivadas de interesses escusos ou simplesmente pela falta de conhecimento da matéria e da realidade ambiental e rural do Brasil”.
O senador procurou destacar em seu pronunciamento que o Brasil tem as melhores condições do planeta para a proteção do meio ambiente e o desenvolvimento da agropecuária. “Basta dizer que em duas décadas nossas áreas protegidas duplicaram, chegando hoje a 175 milhões de hectares, e que nesse período a produtividade total da agricultura brasileira cresceu 5% ao ano, quando nos maiores produtores agrícolas, incluindo os Estados Unidos, a atividade agrícola cresceu menos de 2%”, explicou.
Acir Gurgacz mostrou-se categoricamente a favor da aprovação do Código por considerá-lo uma união ideal entre estímulo ao agronegócio e defesa do meio ambiente. “Quem está com uma visão preservacionista não está conseguindo enxergar o cenário todo”, argumentou o senador. “O mundo precisa de uma agroindústria forte, que produza a baixos custos e que esteja em sintonia com o meio ambiente. Está na hora de todos os países colaborarem com isso, e não a responsabilidade preservacionista recair somente sobre o Brasil”, arrematou o parlamentar.

Educação e o Pisa

Mais uma vez o Brasil ficou na "lanterninha" no Exame de Pisa, que avalia a educação entre estudantes na faixa dos 15 anos. Ao todo foram avaliados 65 países. Em LEITURA, o Brasil ficou na 53a posição. Em MATEMÁTICA, ficamos na 57a posição. Em CIÊNCIAS, ficamos na 53a posição. Nas três avaliações ficamos atrás de países como Trinidad e Tobago e Tailândia.

Já falei no Plenário do Senado, diversas vezes, que já passamos da hora de mudar os rumos de nossa educação. Apesar de termos melhorado desde o ano 2000, quando fomos o último colocado, ainda estamos muito aquém do que nossa economia permite.

Essas deficiências na nossa educação causam problemas diretos em nosso desenvolvimento. Falta profissional qualificado no mercado, existe um déficit de professores na área de Exatas e tudo isso gera um atraso tecnológico estrutural.
Precisamos melhorar, e rápido.

Código Florestal

Muito se discute hoje em dia o meio ambiente, e o enfoque a cercar o tema é de que devemos preservar a natureza.
Em primeiro lugar, precisamos estabelecer diferença entre preservar e conservar. Ao preservar algo, deixamos intacto. Ao conservar, usamos, mas com sabedoria, trabalhando para sempre manter acessível e disponível.
Então, se a ideia é preservar, isso significa deixar o homem de fora, privá-lo de suas fontes de subsistência.
Eu penso que devemos conservar a natureza e dela conseguirmos o nosso sustento e alimentos para os quase 8 bilhões de pessoas que habitam o planeta.
As mesmas entidades que financiam o ambientalismo internacional calculam hoje que a saída do Brasil do cenário da agroindústria mundial seria muito vantajosa para elas.
A concorrência reduziria, assim como reduziria a oferta e os preços subiriam. Bom para eles, não? E ruim para o mundo todo.
A PRESERVAÇÃO imposta da natureza no Brasil também seria benéfica para eles (EUA e Europa), pois poderão continuar degradando seu meio ambiente e deixando degradadas as suas áreas já devastadas - que não são pequenas.
Por fim, essas mesmas nações que lutam para que imponhamos um código florestal preservacionista são as mesmas nações que promovem o desmatamento na África, o continente que detém (ou detinha), realmente, a maior cobertura tropical do mundo.

Apoio à Marinha

A Marinha de Guerra do Brasil, com seu Corpo de Fuzileiros Navais, colaborou com as forças policiais do Estado do Rio de Janeiro em uma ação contra o narcotráfico. O fato foi bastante elogiado pelo Brasil inteiro. Agora não podemos fazer ouvidos de mercador às reivindicações do comando da Marinha. Eles precisam de mais equipamentos, precisam reaparelhar a frota.
Sabemos que as fronteiras terrestres brasileiras não são o único caminho para entrada de drogas e armas no País. Nosso litoral é grande e requer um patrulhamento ostensivo mais forte. Precisamos reforçar a nossa guarda de costa, o patrulhamento constante em regiões portuárias e nos prepararmos para uma Marinha mais forte capaz de salvaguardar as nossas reservas do pré-sal.

Marinha de Guerra recebe homenagem do senador Acir Gurgacz pelo Dia do Marinheiro


A importância da Marinha de Guerra do Brasil e a situação de dificuldades pela qual passa a Armada Naval foram temas debatidos pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO) em sessão solene do Congresso Nacional, realizada nesta quinta-feira (9), no plenário da Câmara dos Deputados, em comemoração ao Dia do Marinheiro, que é celebrado pelos militares no dia 13 de dezembro.
Acir Gurgacz destacou, em seu discurso, a trajetória histórica da força naval, que remonta a antiguidade da humanidade. “Vale recordar que, ainda na Grécia Antiga, o notável Pompeu, segundo a narrativa de Plutarco, já exortava seus marinheiros ao combate sob o tão retumbante lema: ‘Navegar é preciso, viver não é preciso’.”, contou o senador.
O almirante Tamandaré, patrono da Marinha de Guerra Brasileira, foi homenageado pelo  parlamentar pela sua vida dedicada, desde a juventude, à força naval: “A ele se atribui uma sucessão de vitórias nas batalhas travadas no século dezenove em favor de nossas fronteiras”. Tamandaré nasceu em 13 de dezembro de 1807.
O histórico da Marinha Brasileira foi recordado pelo senador Acir Gurgacz. “Quando a Corte Lusitana para cá se mudou, suas fragatas trouxeram os fuzileiros da Brigada Real, raízes do Corpo de Fuzileiros Navais”, explicou. O mesmo destacamento que recentemente atuou como Força de Paz no Haiti e há semanas colaborou com forças policiais na retomada do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, no combate contra o narcotráfico.

O senador Acir Gurgacz não limitou seu pronunciamento a celebrar o Dia do Marinheiro, mas também destacar as novas missões que surgem em seu horizonte. “O futuro guarda uma importância e uma missão ainda mais grandiosa, referente à necessidade da guarda e da defesa das plataformas de petróleo do pré-sal, a defesa do que hoje a Marinha de Guerra já chama acertadamente de Amazônia Azul.”.  E também as necessidades da Armada não foram esquecidas pelo parlamentar: “é ponto pacífico que não há mais como o Estado brasileiro teimar em desconsiderar os apelos recorrentemente encaminhados pela Marinha às autoridades, no sentido de destinar maior parcela dos recursos orçamentários ao reaparelhamento das Forças Armadas”.
Estiveram presentes à cerimônia o Chefe de Estado-Maior da Armada, almirante de Esquadra Marcus Vinícius Oliveira dos Santos, e outras autoridades.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Visita do prefeito de Chupinguaia

O senador Acir Gurgacz recebeu na manhã de hoje (08) uma visita do prefeito Vanderlei Palhari do município de Chupinguaia. Na oportunidade o prefeito solicitou a destinação de recursos para a aquisição de uma máquina Retro Escavadeira. Estiveram presentes também o vereador Carlito Alves dos Santos, vereador José Pereira da Silva, o vereador Valter Morais Raniaço e o secretário do PMDB em Chupinguaia, Valmir Passinto.