No sábado, 17, participamos do Seminário de Formação Política da Ação Mulher Trabalhista (AMT), do PDT, no Teatro Banzeiros, na Capital. Falei sobre a importância da participação da mulher nas ações sociais, comunitárias, empresariais, políticas. O papel da mulher é fundamental na vida social, política e administrativa das empresas públicas ou privadas, pois fortalece a representatividade da mulher na sociedade como um todo. Como empresário, sempre valorizei a mulher como profissional e considero fundamental a participação feminina também na política. O seminário contou também com a participação da socióloga Miguelina Secchio, presidenta da AMT Nacional, que está dando apoio a organização das mulheres do PDT em Rondônia, juntamente com a Marli Mendonça, presidenta do AMT Rondônia. De acordo com Marli, o objetivo do seminário foi dar formação política as mulheres do PDT para que elas possam ser agentes de transformação na sociedade, em especial conscientizá-las da importância da militância partidária e de ocuparem os espaços de poder político e de decisão.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
PDT realiza encontro em Mirante da Serra
No domingo, 18, estivemos em Mirante da Serra para o encontro municipal do PDT. Foi uma boa oportunidade para rever os amigos pedetistas e traçarmos metas para as eleições 2012. Na ocasião, apresentamos a pré-candidatura do empresário Pedro Mirante para a prefeitura da cidade e também recebemos novas filiações. O evento foi prestigiado por pedetistas da cidade e de toda a região, e também por integrantes de outras siglas partidárias.
Os presidentes dos diretórios municipais do PDT de Mirante da Serra, Martinho Freire, de Nova União, Gilson Neiva e de Ouro Preto D´Oeste, Amarildo Almeida, participaram do encontro, que foi prestigiado por mais de 300 pessoas e diversas autoridades municipais e regionais, tais como o Aldo Paixão, secretário Municipal de Saúde; José Carlos de Andrade, o Neno, presidente da Associação Comercial de Mirante da Serra, os vereadores Samuel Marques, Juca do Bode, Alvino do Laticínio, Hilton Emerick de Paiva, Dorival Bispo Pinto, o Dodô, Adneudo de Andrade; o pastor Paulo, da Igreja Assembleia de Deus, o Paulo Roberto, do PCdoB; Valdir Pires, do PV, o Zé Pastel, do PSB; o Marciano Tenório e o deputado federal Marcos Rogério.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Comissão de Agricultura regulamenta pesquisa, produção e comercialização de clone animal

Senador Acir Gurgacz observa embrião de clone animal no laboratório de Recursos Genéticos da Embrapa, em Brasília
A comissão de Agricultura do Senado aprovou nesta quinta-feira, 15, projeto (PLS 73/2007) que regulamenta a as atividades de pesquisa, produção, importação, liberação no ambiente e comercialização de clones de mamíferos, peixes, anfíbios, répteis e aves.
O relatório sobre o projeto, de autoria da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), foi elaborado e apresentado pelo senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que destacou a importância da regulamentação da clonagem, com o estabelecimento dos instrumentos necessários para oferecer garantias aos pesquisadores, pecuaristas, agricultores e ao mercado.
“Com a regulamentação da pesquisa científica, vamos criar um ambiente legal para os estudos que são feitos hoje sem reconhecimento oficial, bem ordenar a produção e o comércio destes clones que tem como objetivo o melhoramento genético dos animais”, frisou Acir.
O projeto agora passará pela Comissão de Constituição e Justiça.
No Brasil, o rebanho de clones já supera 70 animais, dos quais aproximadamente 40 estão em idade reprodutiva, e a prestação de serviço de clonagem vem se firmando como um bom negócio no universo da economia baseada no conhecimento, gerando riquezas e empregos especializados.
O senador Acir Gurgacz destacou que o Brasil está na vanguarda dessa tecnologia, e com a regulamentação poderá avançar ainda mais no conhecimento e manipulação dos recursos genéticos. “Agora teremos uma legislação que dará status legal à pesquisa brasileira no âmbito internacional”, frisou Acir.
O projeto prevê que a pesquisa envolvendo clonagem de animais e a produção comercial de clones só poderão ser realizadas por pessoa jurídica de direito público ou privado legalmente constituída e que caberá ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento registrar e fiscalizar as instituições interessadas na realização dessas pesquisas.
A proposta prevê ainda que quando a pesquisa envolver mamíferos destinados ao uso terapêutico ou produção de fármacos, o registro e a fiscalização serão realizadas também pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Entre as responsabilidades civis e administrativas de quem clonar animais, o projeto determina que os responsáveis por danos ao meio ambiente e a terceiros responderão pela indenização ou reparação integral, e que a instituição que realizar clonagem de animal cuja propriedade não tenha sido comprovada pelo interessado será co-responsabilizada pelos prejuízos causados.
A clonagem animal foi apresentada ao mundo por pesquisadores do Instituto Roslin, da Escócia, com a ovelha Dolly, há 15 anos. O Brasil produziu o primeiro clone da América Latina há 10 anos: a vaca Vitória, da raça simental, desenvolvida pela Embrapa, que morreu em junho deste ano. O senador Acir Gurgacz visitou o Campo Experimental Sucupira da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia no dia 27 de maio de 2011.
Senador Acir Gurgacz observa a vaca Vitória, o primeiro clone da América Latina, produzido pela Embrapa, que morreu em junho deste ano. Foto: Cláudio Bezzera/Embrapa - 27/05/201
Senado aprova projeto de lei que exige antecipação do preço do leite
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado (CRA) aprovou nesta quinta-feira (15), terminativamente, projeto que proíbe a diferenciação de preços pagos pelas empresas de laticínios a produtores de leite. A proposta também obriga essas indústrias a informar ao produtores o preço pago pelo litro e leite até o dia 25 do mês anterior à entrega. O projeto agora vai à sanção.
Pelo projeto (PLC 80/11), de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), que teve como relator na CRA o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), a empresa que pagar preços diferenciados aos seus fornecedores estarão sujeitas a pagar indenização à parte prejudicada.
Além disso, caso seja descumprida a determinação de informar o preço que será pago pelo litro do leite até o dia 25 do mês anterior, a proposta determina que a empresa de laticínios pagará ao produtor o maior preço praticado no mercado.
O relator, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), recomendou a aprovação e salientou que o projeto dará ao setor brasileiro maior estabilidade nas relações comerciais entre produtores de leite e empresas que processam o produto.
"De fato, há uma relação desigual e de maior exposição dos médios e pequenos empreendimentos ao risco quando o laticínio adquire o leite do produtor, mas não lhe informa antecipadamente o preço que pagará pelo produto" - disse o senador.
Ele destacou ainda que o planejamento da atividade leiteira, como qualquer outra, demanda informações antecipadas sobre os custos de produção e os preços do produto.
"Obrigar os laticínios a divulgar os preços que serão pagos até o dia 25 de cada mês permite ao produtor, ao menos, optar por outro laticínio (quando possível), barganhar melhores preços ou mesmo planejar o aumento ou a redução do uso de insumos na produção, a fim de obter a melhor relação custo-benefício de sua atividade".
Após a aprovação, o senador Acir Gurgacz ressaltou que saber o valor do produto antecipadamente é uma antiga reivindicação dos produtores rondonieneses, assim como de todo o Brasil
Na justificativa do projeto, o deputado Reginaldo Lopes critica as prática das empresas de laticínios em sua relação com os produtores de leite, como o pagamento de preços mais baixos aos fornecedores que produzem menos e a falta de transparência com relação aos preços praticados. Segundo ele, nessa atividade, "o vendedor só fica sabendo o preço depois de quarenta e cinco dias, em média, do produto vendido".
Assessoria de Imprensa/com informações de Roberto Baptista - Agência Senado
Balanço sobre a regularização fundiária em Rondônia
Hoje pela manhã, na sessão da Comissão de Agricultura, aprovamos requerimento, atendendo pleito do Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável do Município de Buritis (RO), solicitando informações ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) sobre os projetos de assentamento que não se encontram plenamente regularizados e quanto aos processos de demarcação em andamento.
Aproveitei para fazer um relato da situação fundiária em Rondônia, como base no 23º seminário do ciclo de debates da Comissão de Agricultura, realizado no dia 2 de dezembro, em Ariquemes, na nossa Rondônia. O tema do seminário foi exatamente a regularização fundiária em Rondônia e na Amazônia.
A falta de regularização fundiária é um problema crônico em nosso Estado e em toda a Amazônia Legal. Há um atraso de pelo menos 30 anos do trabalho de regularização das vastas terras da região amazônica.
O programa Terra Legal, que iniciou seus trabalhos há dois anos, é o primeiro grande esforço do governo federal em realizar a regularização fundiária na Amazônia. Neste período, o Terra Legal já cadastrou 22 mil famílias nos 52 municípios de Rondônia, o que possibilitará a regularização de uma área em torno de 2,9 milhões de hectares, com georreferenciamento. Entretanto, isso é apenas 30% da demanda existente.
Em Rondônia, o INCRA tem 195 projetos de assentamento, com 37.108 famílias assentadas, em área aproximada de seis milhões de hectares. O Estado possui cerca de 30 acampamentos de agricultores, que ainda não são considerados assentamentos pelo INCRA. A situação mais grave e os conflitos estão nos acampamentos.
Este é o cenário na região de Ariquemes, na bacia do rio Jamari, onde estão os principais acampamentos de agricultores que lutam por um pedaço de terra para plantar em Rondônia. Só no município de Buritis são 16 acampamentos, alguns já transformados em assentamentos pelo INCRA.
Após o seminário da Comissão de Agricultura em Ariquemes nos reunimos com representantes desses acampamentos. No Canaã, e no Rota do Sol, onde vivem 126 famílias, a Justiça determinou a desapropriação e o governo do Estado, está pedindo a revisão do processo, visto que o proprietário da área manifestou interesse em vender a área para as famílias acampadas há oito anos no local.
Já no acampamento São Francisco, a decisão da Justiça é terminativa pela reintegração de posse e estamos trabalhando para que essa desapropriação possa ser feita de maneira pacífica, assegurando, por meio de convênio entre o governo do Estado e o governo Federal, outra área da União para que estes agricultores possam ser assentados.
No assentamento Madre Cristina, onde vivem 35 famílias há mais de 10 anos, e que está em vias de regularização, a luta agora é pela demarcação individual dos lotes, por infraestrutura, como estradas e energia elétrica, além de assistência técnica e crédito para o plantio da safra.
Os agricultores assentados ou os que já tomaram posse da terra reclamam principalmente da demora nos procedimentos de regularização fundiária, da concessão do título de posse da terra devidamente georreferenciado e registrado em cartório.
Os agricultores reclamam da incapacidade do INCRA em realizar os levantamentos georreferenciados com a rapidez necessária, como nos disse o presidente do Sindicato Rural de São Francisco do Guaporé, Edson Afonso Rodrigues. Segundo ele, até hoje o INCRA não certificou nenhuma propriedade rural em Rondônia, a não ser pela via judicial.
Evandro Padovani, presidente do Sindicato Rural de Vilhena, lembrou que os produtores, sem os títulos de suas terras, além de ficarem impedidos de terem acesso ao crédito agrícola, vão ficar igualmente impossibilitados, a partir do ano que vem, de vender bovinos para frigoríficos devido a exigência feita pelo Ministério Público Federal de licenciamento ambiental, que só é concedido a propriedades com escritura regularizada.
Na avaliação de Ednéia Maria Gusmão, somente através de uma ação integrada dos governos federal, estadual e municipal, será possível realizar de maneira adequada o programa de regularização fundiária. Em convênio celebrado com o governo federal, o Estado realizou em 2011 os georreferenciamentos de 5 mil propriedades de um total previsto de 12 mil.
A secretária extraordinária de Regularização Fundiária na Amazônia Legal do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Shirley Nascimento, chamou a atenção para as dificuldades de realização do trabalho de georreferenciamento nas áreas rurais da Amazônia. Segundo ela, muitas empresas que foram contratadas inicialmente pelo governo federal para realizar esse serviço, desistiram logo no início dos trabalhos, o que causou atrasos no programa.
De acordo com a secretária de Regularização Fundiária do MDA, o trabalho é lento porque envolve procedimentos técnicos, questões judiciais, cartorárias, órgãos dos governos federal, estaduais e municipais e muitos conflitos e interesses. Para chegar ao título é preciso ter a gleba georreferenciada e certificada e nenhuma questão jurídica pendente. Segundo a Dra Shirley Nascimento, nesses dois primeiros anos o Terra Legal conseguiu sanear 30 anos sem um trabalho efetivo de regularização de terras na Amazônia.
Espero que daqui pra frente este trabalho seja mais rápido e com uma resposta mais positiva para a sociedade. Estamos confiantes nesse trabalho e é isso que precisamos para continuar produzindo com inclusão social, desenvolvimento econômico e proteção ambiental.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
PDT fortalece movimento sindical em Rondônia
Celso Gomes, vice-governador Airton Gurgacz e Rui Motta
O PDT de Rondônia ganhou reforço nesta semana com a posse do jornalista e advogado Celso Gomes na presidência do movimento sindical do partido na Regional em Porto Velho. A cerimônia de criação do movimento foi realizada na sede do partido, na Capital, com a presença de sindicalistas, pedetistas e do vice-governador, Airton Gurgacz.
O encontro foi marcado por discursos em defesa do fortalecimento do PDT para o lançamento de candidaturas próprias para as eleições do ano que vem.
O jornalista e advogado Celso Gomes, que é diretor de comunicação do Sinsjustra, foi candidato a deputado federal, sendo o segundo mais votado do partido. “É fundamental a interlocução entre sindicatos e também entre sindicato e associados e o PDT que tem relevante trabalho e história na defesa dos trabalhadores”, afirmou.
Para o vice-governador, Airton Gurgacz, a criação do movimento ressalta o fortalecimento do partido em todo o Estado de Rondônia, a exemplo da Ação Mulher Trabalhista (AMT) e Juventude Socialista. “Será mais um importante passo, e com isso o partido tem em Porto Velho nomes com condições de concorrer à prefeitura, só precisa-se discutir ainda mais e definir qual seria o nome”.
A afirmação do vice-governador estava em sintonia com a tônica dos discursos durante o evento. Tanto para Gurgacz quanto para o vice-presidente Regional, Ruy Motta, e para o presidente municipal do partido, Pedro Vanderlei, o PDT tem tudo para entrar nas eleições de 2012 com candidaturas próprias em todo o Estado.
Um dos motivos de fortalecimento do partido foi apontado como o trabalho diligente do senador Acir Gurgacz em Brasília. “O senador se revela como um grande líder do PDT nacional e desenvolve um brilhante trabalho no Congresso Nacional o que honra a sigla pedetista”, destacou Motta, enfatizando ainda que o PDT vai assumir uma postura firme quanto à candidatura própria para a prefeitura da Capital.
O presidente empossado Celso Gomes, defendeu a melhoria na relação entre sindicatos e a unidade para as causas sociais que afetam diretamente os trabalhadores através de cursos, seminários e debates que envolvam toda a sociedade.
O movimento sindical do PDT pretende abraçar ações voltadas para a conscientização dos trabalhadores e sindicalizados para aprimorar a capacitação e par a cidadania. Para Pedro Vanderlei, “o movimento sindical é uma eficiente ferramenta política para a sociedade organizada”.
Participaram da reunião os presidentes dos Sindsaúde, Caio Marinho; Singeperon, Anderson Pereira; Sinsjustra, Antonio Batista de Souza e representantes do Stinccero, Sindler e Sinjus, além da presidente regional da AMT – Ação Mulher Trabalhista e do presidente estadual da Juventude Socialista.
Assessoria de Imprensa
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Loló visita nosso gabinete
Hoje recebemos a visita de Domingos Anastácio Pinheiro de Oliveira, o folclórico Loló, presidente do Cruzeiro de Rondônia, um persistente batalhador pelo esporte de nosso Estado.
Uma frente ampla contra as drogas
O combate ao consumo e ao tráfico de drogas começa com informação e conhecimento. Alertar as crianças para o perigo das drogas é uma tarefa fundamental que tem que ser feita pelos pais, professores e por toda a sociedade. No início deste ano começamos uma ação social que está se transformando numa frente ampla de combate às drogas.
Com uma cartilha nas mãos, pais, alunos e professores reúnem informações sobre o perigo do consumo de entorpecentes e ajudam a fazer crescer essa nova frente contra as drogas. A campanha vem se transformando em motivo de união de voluntários e colaboradores em vários bairros Porto Velho e Ji-Paraná. No último sábado, uma reunião em uma escola de Porto Velho levou a informação a mais de 300 pessoas.
É importante levar a informação para pais, crianças e jovens, mostrando o quanto é triste o caminho das drogas. Só vamos vencer essa batalha, contra o narcotráfico, que vive da desgraça das pessoas e das famílias, se conseguirmos reduzir a procura por drogas.
Aproveito para parabenizar a presidenta Dilma Rousseff pela iniciativa do lançamento do programa de combate ao consumo de crack, feito na semana passada. Concordo plenamente com a preocupação da presidenta, e com a consciência dela do risco que a sociedade brasileira corre com a expansão desse vício. Como a própria presidenta falou: "O crack é um drama, uma tragédia humana que leva a pessoa a se dedicar a uma atividade autodestrutiva”.
Esta preocupação também é nossa, como cidadão e como parlamentar desde os meus primeiros dias de Senado. Defendemos no Senado ações decisivas no combate à dependência química, como a expansão da rede de Centros de Atendimento Psicossocial (CAPS) em todos os municípios brasileiros, o fortalecimento de nossa segurança nas fronteiras e também a internação compulsória e involuntária de dependentes de crack.
As palestras com educadores da nossa equipe podem ser agendada em escolas e centros comunitários. Interessados devem procurar Antônio Neto pelos telefones (69) 2182-3447 e (69) 9956-9460, ou a assessoria do senador Acir Gurgacz, através do telefone (69) 3421-0912.
As palestras com educadores da nossa equipe podem ser agendada em escolas e centros comunitários. Interessados devem procurar Antônio Neto pelos telefones (69) 2182-3447 e (69) 9956-9460, ou a assessoria do senador Acir Gurgacz, através do telefone (69) 3421-0912.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Senador Acir Gurgacz destina R$ 5,7 milhões para obras e equipamentos
Os municípios de Cacoal, Espigão D’Oeste, Ji-Paraná, Porto Velho, Presidente Médici e São Francisco do Guaporé receberam neste início de dezembro recursos da ordem de R$ 5,7 milhões do governo federal destinados por meio de emendas do senador Acir Gurgacz (PDT).
Os recursos, que já foram depositados pelo Tesouro Nacional nas contas das respectivas prefeituras, serão utilizados em obras de pavimentação urbana e de calçadas, na compra de caminhões e máquinas, e na reforma de um estádio.
O senador Acir Gurgacz destacou que está atuando junto ao governo federal para tentar liberar a maior quantidade possível de recursos empenhados por ele no Orçamento de 2011. “Já fechamos as destinações para o Orçamento de 2012, mas ainda estamos trabalhando para liberar os recursos empenhados para este ano”, salientou Acir.
O município de Cacoal recebeu a primeira parcela de R$ 500 mil para a pavimentação da avenida Uirapuru. O valor total do convênio é de R$ 1.694.775,38. A obra já foi licitada e está na fase de recursos. O prefeito Franco Vialetto pretende emitir a ordem de serviço ainda esse ano. A previsão é que a obra comece em janeiro de 2012. A avenida é uma das principais vias do Bairro Floresta e a pavimentação é uma reivindicação antiga da comunidade.
O município de Espigão D’Oeste recebeu R$ 500 mil para a pavimentação de trechos de quatro ruas: rua Rio de Janeiro (trecho entre a rua Bom Jesus e a Marechal Deodoro), rua Marechal Deodoro (entre a rua Bahia e a São Paulo), rua São Paulo (entre a Marechal Deodoro e Bom Jesus), e rua Paraná (entre a rua Marechal Deodoro e a Romiporã). No total, serão pavimentados com asfalto 770 metros de estradas. De acordo com o prefeito Célio Renato da Silveira, o processo licitatório será aberto na próxima semana e as obras devem começar em março ou abril.
O município de Ji-Paraná recebeu recursos da ordem de R$ 2 milhões para a construção de calçadas no perímetro urbano da cidade. O mesmo valor foi destinado para a prefeitura de Porto Velho, que usará os recursos na pavimentação urbana.
O município de Presidente Médici recebeu R$ 500 mil, sendo que R$ 340 mil serão destinados para a aquisição de uma máquina com pá carregadeira e R$ 160 mil na reforma do Estádio Eduardo Anchieta. Já o município de São Francisco do Guaporé recebeu R$ 250 mil para a aquisição de um caminhão-pipa.
Assessoria de Imprensa
Assessoria de Imprensa
Ministro da Pesca anuncia investimentos na aquicultura de Rondônia
O ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio de Oliveira, entregou na sexta-feira, 9, nas mãos do governador do Estado, Confúcio Moura, a minuta do termo de cooperação técnica do Programa Água Produtiva, que integrará as políticas e ações dos governos estadual e federal em Rondônia. A meta do programa é aumentar a produção das atuais 15 mil toneladas de pescado ao ano para 80 toneladas/ano.
O ministro Luiz Sérgio também fez a entrega simbólica de três máquinas escavadeiras às prefeituras de Porto Velho, Ariquemes e Cacoal. Os atos solenes ocorreram nos três municípios, onde os prefeitos assinaram termo de responsabilidade para uso exclusivo das escavadeiras em atividades do setor pesqueiro e aquícola.
Clique aqui e confira matéria completa no site do senador Acir Gurgacz
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Ministro da Pesca anuncia investimentos na aquicultura em Rondônia
O Ministro da Pesca e Aquicultura Luiz Sérgio cumpre agentes em Rondônia nessa sexta-feira, 09 de dezembro. Pela parte da manhã, o ministro participou de audiência com o Governador do Estado, Confúcio Moura; o Superintendente Federal da Pesca e Aquicultura no Estado de Rondônia, Jenner Tavares e a Secretária de Meio Ambiente Nanci Rodrigues. Também participaram da audiência os senadores Acir Gurgacz e Valdir Raupp, os deputados Padre Tom e Marinha Raupp, e o prefeito Roberto Sobrinho.
Luiz Sérgio participa de atos de assinatura de Termos de Permissão de Uso de escavadeiras hidráulicas para apoio ao desenvolvimento da pesca e aquicultura em Rondônia. As escavadeiras serão entregues aos municípios de Porto Velho, Ariquemes e Cacoal. A assinatura do termo em Ariquemes será às 11h, em Cacoal às 16h. Em Porto Velho ocorreu às 9h.
Em Cacoal, o prefeito Franco Vialetto recebe o ministro Luiz Sérgio e toda comitiva às 15h30, e posteriormente as 16h em frente à Prefeitura assinam o Termo de Permissão de Uso de Escavadeiras Hidráulicas que já se encontra em Cacoal. A Escavadeira foi conseguida através do Ministério da Pesca.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Fundo da Amazônia poderá ser usado na aquicultura
O ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira, defendeu o uso de parte dos recursos do Fundo Amazônia, criado em 2008 pelo governo brasileiro com o objetivo de promover projetos de prevenção e combate ao desmatamento, para o desenvolvimento da atividade pesqueira e aquícola sustentável na Região Norte do país. Ele participou de audiência pública, nesta quinta-feira (8), na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA).
“Uma das formas de preservar a Amazônia é dar uma atividade econômica para a população daquela região. Uma atividade que podemos assegurar que compatibiliza a preservação com atividade econômica é a aquicultura. Temos que travar essa luta para que o fundo amazônico possa também financiar a aquicultura em toda a Região Norte do país”, disse o ministro.
A audiência pública foi mediada pelo senador Acir Gurgacz (PDT), presidente da Comissão de Agricultura, que destacou o potencial da região para a produção de pescado e cobrou mais investimentos do Ministério da Pesca em Rondônia e em toda a Amazônia. “Precisamos de maior apoio do governo federal para que os pescadores e aquicultores possam desenvolver suas atividades com melhores condições técnicas, estruturais e organizacionais”, disse Acir.
O senador cobrou investimentos do Ministério da Pesca em obras de construção e melhorias dos terminais pesqueiros de Porto Velho, Rolim de Moura, Ji-Paraná, de Ariquemes e Guajará-Mirim, além de recursos para a conclusão de uma fábrica de gelo em Ariquemes e outros projetos apresentados pelo governo do Estado e pelas Colônias de Pescadores e cooperativas de aquicultores.
“Rondônia produz atualmente 12 mil toneladas/ano de pescado. É uma produção ainda pequena, considerando o enorme potencial de crescimento que temos”, observou. “Se levarmos em conta os projetos do governo do Estado, como o ‘Águas Produtivas’ e contarmos com o apoio das usinas hidrelétricas para o aproveitamento do lago das barragens com tanques-redes, e do governo federal na piscicultura familiar, Rondônia poderá saltar para 80 mil toneladas/ano em pouco tempo”, observou Acir.
Além de defender o uso de recursos do Fundo Amazônia na aquicultura, o ministro disse que já está em negociação com o IBAMA o licenciamento ambiental da instalação dos tanques-redes nos lagos das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, e também ações que vão auxiliar na organização da cadeia produtiva da pesca e aqüicultura em Rondônia.
Assessoria de Imprensa
Assinar:
Postagens (Atom)






