terça-feira, 30 de abril de 2013

Acir comemora formatura de 450 alunos no Projovem Trabalhador


Em noite de festa, diante de mais de mil pessoas, o prefeito Zé Rover, de Vilhena, a primeira dama Lizangela Rover e o Senador Acir Gurgacz, entregaram o certificado de iniciação profissional a 450 alunos do Pró-Jovem Trabalhador. A cerimônia de formatura ocorreu na Igreja Batista Nacional, em Vilhena, na noite de sexta-feira, 26, e contou com a presença de familiares dos formandos e autoridades locais.

O senador Acir, que cumpriu extensa agenda no município durante todo o dia, também não escondeu o entusiasmo em ver a alegria dos jovens formandos. “O Pró-Jovem é para mim um dos programas mais importantes do Governo Dilma, porque possibilita aos jovens iniciar a vida profissional com capacidade de competir em um mercado cada vez mais exigente de qualificação”, enfatizou Acir.

O prefeito Zé Rover enfatizou que o programa só foi possível em Vilhena através da parceria com o senador Acir Gurgacz, que destinou a emenda de R$ 1,2 milhão. “Esse é o maior investimento que uma gestão pode fazer, a valorização do ser humano. Estamos dando a esses jovens uma oportunidade de ingressar no mercado de trabalho com qualificação, com condições de serem bem sucedidos”, discursou o prefeito, durante o evento.

Durante o evento, a aluna Marinele Souza do Nascimento, do curso de saúde, fez o agradecimento ao senador e ao prefeito, em nome de todos os formandos. “Se não fosse pelo empenho deles certamente nós não teríamos essa oportunidade, não estaríamos aqui hoje”, afirmou.

O programa teve início em 14 de janeiro de 2012, oferecendo quatro cursos de iniciação profissional, os chamados arcos, mas áreas de administração, saúde, beleza e estética e telemática. Divididos em 14 turmas, os alunos contaram, além do aprendizado, com uma bolsa de R$ 600 durante a realização do curso.

 
 

Senador Acir Gurgacz faz palestra sobre prevenção ao uso de drogas em Vilhena


A secretaria de ação Social de Vilhena promoveu na última sexta feira, 26, no plenário da Câmara de Vereadores, uma movimentada reunião com autoridades, educadores e pais de famílias que atuam no município em favor do combate e prevenção às drogas.
 
O evento contou com a participação, como palestrantes, do presidente do Conselho Estadual de Entorpecentes CONEN/RO, Neirival Pedraça, do senador Acir Gurgacz (PDT), que desenvolve a campanha "Saúde sempre, drogas jamais", e do engenheiro Luis Antonio, que apresentou o projeto da ONG "Amor Exigente".
 
O senador Acir Gurgacz, líder do PDT no Senado, que cumpriu extensa agenda no município durante todo o dia, abriu o encontro falando de sua preocupação e dedicação à prevenção contra as drogas. O senador desenvolve desde 2010 a campanha "Saúde sempre, drogas jamais", que tem como objetivo alertar as crianças, adolescentes, jovens e toda a família sobre os cuidados para se evitar o consumo de drogas e auxiliar no tratamento de jovens.
 
De acordo com o senador, esta obra social tem mais importância do que muitas obras de infraestrutura, pois trata-se de investimento na saúde, da educação e na formação do ser humano. "Para mim, toda obra tem que ter como foco o social, o ser humano, e por isso temos que investir mais em educação, na saúde e na prevenção ao uso e tráfico de drogas", disse. "Já investimos bastante no tratamento de dependentes, mas precisamos ampliar o trabalho de prevenção, para evitar que os jovens caiam nas drogas", frisou.
 
O presidente do Conen, Neirival Pedraça, apresentou dados alarmantes do consumo de drogas no Estado e disse que “a proximidade com a Bolívia e a desestruturação familiar são as duas causas que elevam os dados a patamares tão graves”. Segundo Pedraça, de cada 100 presos rondonienses, 90 estão atrás das grades por causa das drogas. "A situação é tão triste que o atual governador  inaugurou mais número de selas do que salas de aula”, comparou.
 
A primeira dama Lizângela Rover, secretária de Assistência Social do município, enfatizou o trabalho que vem realizando para combater todo tipo de drogas e assim diminuir a violência na cidade.
 
PROPOSTAS - Outro ponto abordado pelo senador Acir Gurgacz foram as propostas e ações para prevenir o uso de drogas pelas adolescentes. Ele falou que da criação mecanismos de ocupação dos jovens e crianças, como atividades saudáveis, esportivas, de lazer ou culturais, são fundamentais para mantê-los fora do alcance das drogas.
 
A principal proposta do senador é implantar escolas de educação de tempo integral em Rondônia. De acordo com o senador, a escola em tempo integral é uma das propostas que já começam a funcionar no estado, com experiências em Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná e Porto Velho.
 
Para ampliar esta experiência para todo o Estado, a partir de escolas padrão, o senador Acir conseguiu recursos junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para a construção de duas escolas, uma em Ji-Paraná e outra em Porto Velho. Estas escolas serão equipadas com laboratórios, biblioteca, área de lazer, quadra poliesportiva e todos os equipamentos necessários para a educação de tempo integral.


 

 http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=5N4XDFu50nE


 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

No Senado com Acir Gurgacz

Se você não assistiu nosso programa de TV do último sábado, pode assistir aqui!


Prefeituras terão que fazer obras subterrâneas antes de asfaltar ruas



A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado, aprovou nesta quarta-feira (17), em caráter terminativo, projeto do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) que determina às prefeituras implantar as redes subterrâneas de serviço necessárias  –  como esgoto, distribuição de água e gás – antes de proceder à pavimentação das ruas, sob pena de ser impedida de obter financiamento federal para calçar ou asfaltar as vias públicas.

De acordo com a proposta (PLS 119/2011), a prefeitura que não observar essa regra ficará impedida de obter financiamento federal para obras viárias municipais.

Para Acir Gurgacz, as obras de engenharia devem ser pautadas pela racionalidade construtiva. “A sequência correta é implantar as redes subterrâneas antes de se efetuar a pavimentação da via. Dessa forma, evita-se que o pavimento tenha de ser aberto e e refeito antes da instalação de cada rede suplementar”, justificou o senador. “A implantação de obras de pavimentação sem a presença de redes de drenagem pluviais, ademais, reduz drasticamente a durabilidade dos pavimentos”, acrescentou.


“É uma questão de bom senso. Não há porque fazer o asfalto, pavimentar a rua, e depois ter que arrebentar tudo para colocar o esgoto, a distribuição de água e de gás", defendeu o relator  o projeto, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Caso não haja nenhum recurso para análise do texto no plenário do Senado, o projeto seguirá para a Câmara dos Deputados.    

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Pronunciamento - Pela redução da maioridade penal para 16 anos


Senhor presidente
Senhoras e senhores senadores

Nesta segunda-feira realizei uma palestra para os estudantes da Escola Estadual João Bento da Costa, na Zona Sul de Porto Velho, sobre um dos mais graves problemas sociais de nosso tempo, que são o uso e o tráfico de drogas, suas causas e consequencias.

Este problema é tão grave e está tão arraigado em nossa sociedade que podemos dizer que enfrentamos uma epidemia das drogas. Um problema social que também é uma questão de saúde pública.
Ao conversar com estas crianças, jovens e adolescentes, eu tive reafirmada a minha convicção de que a família e a escola precisam ser resgatadas como os alicerces para o desenvolvimento saudável de nossas crianças, de nossa sociedade e da nação brasileira.

Este é um problema que tem que ser enfrentado com mais diálogo entre pais e filhos, com o respeito mútuo no ambiente familiar, com responsabilidades definidas para cada idade e com uma escola com educação em tempo integral, com mais opções de aprendizagem, de desenvolvimento cognitivo, cultural, de lazer, de esportes e de convivência comunitária.

Nestas palestras que desenvolvemos desde 2010, temos o apoio de especialistas e de voluntários, como o nosso companheiro Dalton di Franco, jornalista e vice-prefeito de Porto Velho, que conhece bem essa problemática. Temos o apoio do Conselho Estadual de Entorpecentes de Rondônia, e de seu presidente, o Neirival Pedraça, bem como de professores e de profissionais ligados aos Centros de Atenção Psicossocial, os CAPS, além de pais e lideranças comunitárias de todo o Estado de Rondônia.

Trabalhamos basicamente na prevenção ao uso das drogas, reforçando informações que já são trabalhadas pelos professores, alertamos os estudantes sobre as formas de como evitar o contato com as drogas, como DIZER NÃO para as drogas.

Alertamos os estudantes para que não caiam nas ciladas armadas pelos traficantes, nas falsas ilusões apregoadas pela apologia ao uso da maconha; no encantamento das campanhas publicitárias de bebidas alcoólicas e no merchandaising da indústria do cigarro.

Alertamos os jovens de que a droga não é o melhor caminho de fuga para problemas sociais, para o desamparo no lar ou para os problemas estruturais na família e na sociedade. Bem como apontamos os melhores caminhos para uma vida saudável.

O público alvo preferencial de nossas palestras tem sido os estudantes do ensino fundamental e do ensino médio: são crianças e adolescentes com idade entre 7 e 17 anos que estão em diferentes fases da formação, mas que todas, de modo geral e de forma diferenciada, sofrem o assédio das drogas e estão sujeitas a essa epidemia.

Digo que estas criança estão expostas às drogas de forma diferenciada  porque assim é a nossa sociedade.  Pois hoje, o menor abandonado, a criança de rua, as crianças das periferias e de famílias carentes estão tão expostas a este problema das drogas quanto as crianças e adolescentes da classe média e de todas as camadas de nossa sociedade.

A questão fundamental de nossa campanha é levar informações para essas crianças e adolescentes, para que eles possam ampliar a consciência sobre o problema e ter convicção para dizer não às drogas.
Evidente que essa ação precisa do apoio de outras políticas públicas das áreas da educação, da saúde, da segurança pública, da assistência social, da geração de emprego, mas as informações que passamos de forma educativa são fundamentais para que o jovem possa desenvolver sua autonomia e não deixar se influenciar para o uso destas substâncias que irão alterar seu estado físico, psíquico e comportamental, ao ponto de atentarem contra a própria vida e contra a vida de seu semelhante.

Os adolescentes precisam saber que o uso de drogas leva à dependência física e química; que altera o comportamento, destrói o caráter e afeta de forma perversa a personalidade dos indivíduos, ao ponto de os levarem a prática de crimes hediondos. Como o cometido no último dia 9 do corrente, por um jovem prestes a completar 18 anos, que matou o estudante paulista Vitor Hugo Deppman, de 19 anos, quando este entrava no portão do prédio onde morava, no bairro Belém, na Zona Leste de São Paulo.

O assassino, que completou 18 anos na última sexta-feira, dia 12, cometeu o crime ainda sobre a proteção do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), do atual Código Penal e da Constituição, que definem a maioridade penal de 18 anos e o regime diferenciado de punição. Sob a proteção do ECA, eles deverão pegar no máximo 3 anos de reclusão no regime socioeducativo.

Não podemos afirmar com certeza se o jovem que matou Vitor Hugo era usuários de drogas, se estava sob o efeito de drogas ou se roubou o celular do estudante para comprar drogas, pois as atuais normas legais proíbem a divulgação de seu nome, de seus antecedentes criminais, de sua ficha policial, e até mesmo de fazermos estas suposições. Mesmo assim, foi divulgado que este rapaz já tinha sido preso outras duas vezes, por roubo, e que teria sido solto justamente por ser de menor, tendo cumprido pena socioeducativa.

Caso semelhante ocorreu neste fim de semana, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde um adolescente de 17 anos é o principal suspeito de ter matado o estudante universitário Itamar Ferreira Souza, de 27 anos, no sábado, 13 de abril.

Senhor presidente, independente destes menores serem usuários de drogas ou não, o alerta que trago para este plenário e para a sociedade brasileira, é o seguinte: até que ponto jovens como este rapaz que matou Vitor Hugo; jovens com a idade deste rapaz que matou Itamar Ferreira, ambos com 17 anos, podem alegar que não possuem plena consciência de seus atos.

Hoje, mais do que nunca, estes jovens e adolescentes possuem informações suficientes para discernir entre o certo e o errado, entre o bem e o mal. Pesquisas científicas comprovam que jovens de 16 e 17 anos possuem maturidade biológica, psicológica e social para fazer suas escolhas.

As pesquisas no campo das ciências psíquicas, sociais e da medicina, nos asseguram que aos 16 anos os jovens sabem o que fazem e possuem plena consciência do que é certo ou errado.
Este posicionamento também é sustentado por juristas e especialistas do Direito, como o renomado juiz desembargador Alyrio Cavallieri, que faleceu no final do ano passado, aos 91 anos, e que em sua obra 'Falhas do Estatuto da Criança e do Adolecente', reforça sua convicção de que a partir da tenra idade, os menores sabem o que fazem, e ao mesmo tempo alerta a sociedade para a necessidade de redução da imputabilidade penal para 16 anos.

Portanto, senhor presidente, o alerta que faço é o de que devemos repensar a maioridade penal no Brasil e a imputabilidade de jovens com menos de 18 anos.

Neste sentido, apresentamos, em 2011, uma Proposta de Emenda à Constituição, a PEC de número 74, que altera a imputabilidade penal para 16 anos, para os casos de cometimento de crimes de homicídio doloso e roubo seguido de morte. Creio que esta medida é necessária para que haja a intimidação da prática desses crimes por menores de idade, quando estes já possuem pleno discernimento dos seus atos.
Observa-se atualmente no Brasil um pavor social em torno da crescente criminalidade praticada por menores. Por outro lado, os adolescentes praticantes de infrações graves não têm sido punidos adequadamente.

Entretanto, para que esses crimes não fiquem impunes, e para que a impunidade não estimule a violência entre os adolescentes, é que defendo a redução da maioridade penal para 16 anos e mais rigidez nas penas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. O aumento no tempo de internação dos adolescentes infratores punidos com pena de reclusão é uma necessidade urgente e um clamor social.

Saliento que a nossa Proposta de Emenda à Constituição não reduz a maioridade penal em sua totalidade, mas somente para os casos de homicídio doloso e roubo seguido de morte, que são crimes hediondos contra a vida humana. Nosso objetivo é coibir estes crimes, para os quais os maiores de 15 anos seriam considerados imputáveis, ou seja, sofreriam as mesmas penas reservadas aos que atingem a maioridade penal. Por outro lado, manteríamos asseguradas as conquistas e avanços consagrados do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Além disso, é preciso atacar as causas da violência, como as a desigualdades sociais, o desemprego, a miséria, a desagregação familiar e social. Somente com esse conjunto de medidas é que vamos combater com efetividade o uso e o tráfico de drogas e a violência entre os menores.

Diante disso, senhor presidente, sugiro que a Mesa Diretora do Senado Federal nomeie uma Comissão Especial para tratar deste tema. Uma comissão que reunirá todas as proposições em tramitação sobre o tema, e que no prazo de 30 dias apresentará uma proposta de apreciação e votação do Congresso Nacional. Uma proposta na linha de nossa PEC, que contemple por fim um texto adequado, que atenda ao clamor da sociedade e as mudanças sociais em curso.

O Congresso Nacional precisa dar uma resposta urgente para a sociedade. Os brasileiros querem tratamento mais rigoroso para os menores culpados pela prática de crimes, como apontam diversas pesquisas de opinião.

Uma pesquisa do DataSenado, divulgada no final do ano passado, sobre segurança pública, apontou que 87% dos entrevistados concordam com a tese de que o menor de idade que comete crimes deve ser punido como adulto. 11% disseram discordar e 2% não souberam responder.

Uma outra pesquisa feita pelo Ibope e divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), também no final do ano passado, mostra que 75% dos entrevistados são totalmente a favor da redução da maioridade penal. Ou seja, ao menos quatro entre cinco brasileiros concordam com a redução da maioridade penal para 16 anos.

Portanto, senhor presidente, precisamos dar uma resposta urgente para a população. Essa definição precisa ser assumida por nós, legisladores, eleitos pelo povo para esta finalidade. O Congresso Nacional precisa assumir essa responsabilidade, colocar o tema em debate e promover as revisões necessárias na legislação.

Senhor presidente, senhoras e senhores senadores, muito obrigado pela atenção.
Senador Acir Gurgacz, líder do PDT.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Ariquemes sedia Encontro Regional do PDT de Rondônia


Pedetistas de toda a região do Vale do Jamari lotaram a Câmara de Vereadores de Ariquemes manhã do último sábado (6), para participar do Encontro Regional do Partido Democrático Trabalhista (PDT). O evento foi marcado também com a presença do governador do estado Confúcio Moura (PMDB); do vice-governador Airton Gurgacz (PDT); da presidente do Ação Mulher Trabalhista (AMT) e secretária Regional do PDT Marli Mendonça; do presidente da Juventude do PDT Diego Feza; do vice-presidente estadual do PDT, Ruy Motta, que no ato representou o senador Acir Gurgacz, presidente estadual do partido; do presidente do PDT de Ariquemes Vitório Higuchi (China); do deputado federal Marcos Rogério; do deputado estadual Saulo Moreira; presidentes municipais e suas respectivas executivas, vereadores, e lideranças de outras siglas partidárias.

Elogiando a maciça participação das lideranças, o governador Confúcio Moura lembrou que o PMDB e o PDT caminharam junto na última eleição estadual “e permanece unido através do vice-governador que também é diretor do Detran no estado com ações que vêm ajudando a impulsionar o progresso de Rondônia”.

Para Ruy Motta e Airton Gurgacz, além de tratar sobre assuntos de extrema importância para os membros do partido, o evento serviu para estreitar laços com os pedetistas e amigos do PDT do estado e da região.

O deputado Saulo Moreira (PDT Ariquemes) agradeceu a presença de todas as lideranças e fez uma breve prestação de contas sobre as emendas parlamentares de autoria dele, convênios firmados em parceria com o Governo do Estado e outras ações que vêm desenvolvendo em toda a região.

O deputado federal Marcos Rogério também ressaltou os trabalhos realizados por ele como parlamentar e salientou a importância do Encontro para o fortalecimento do partido.

Na avaliação do presidente do PDT de Ariquemes, o evento atingiu o objetivo contando com a presença de todas as executivas municipais do Vale do Jamari. “Ficamos muito felizes com este encontro de trabalho, que foi o primeiro passo do partido que será realizado em todo o estado”, destacou.

Na pauta do Encontro, esteve um debate sobre “Formação Política”; a situação partidária e conjuntura política local; Organização Partidária; Filiação Partidária; e prestação de contas das tesourarias municipais.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Saudação ao ministro Manoel Dias


Minha saudação ao companheiro Manoel Dias, que assume hoje, de fato, as atividades de Ministro do Trabalho e Emprego, após ser empossado pela presidenta Dilma no último sábado. Como fundador do PDT, junto com Leonel Brizola, como secretário-geral do PDT nacional e também presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini, o Manoel Dias ajudou muito na formação de nossa base política e das bandeiras históricas do PDT, e com certeza dará também uma grande contribuição ao governo da presidenta Dilma e ao Brasil.

Além de sua função como ministro, tenho certeza de que o Manoel continuará contribuindo para que possamos agregar mais o nosso partido, nossas lideranças e movimentos de base, visando à consolidação de nosso Brasil como uma nação desenvolvida e soberana, erradicando definitivamente a pobreza e a miséria, através da geração de emprego, da qualificação profissional, da modernização das relações do trabalho e de apoio ao trabalhador, que são as missões históricas do Ministério do Trabalho.

Manoel, conte com o apoio da bancada do PDT no Senado, com o nosso apoio, com a nossa parceria e empenho em lhe auxiliar nessa nova jornada.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Papa Francisco I inspira nossa caminhada



Bom dia a todos, com a benção de Deus e do novo papa Francisco I, nosso irmão argentino, o primeiro papa latino-americano, que assume o desafio de comandar o rebanho católico em todo o mundo. Nesse tempo em que a intolerância tem se manifestado de diversas formas, a escolha de um padre jesuíta, devotado aos mais humildes, se faz mais do que oportuna. Que as palavras de São Francisco de Assis, no qual o novo papa procura inspirar seu pontificado, ilumine a todos e nos guie: “Senhor, dai-me força para mudar o que pode ser mudado, resignação para aceitar o que não pode ser mudado, e sabedoria para distinguir uma coisa da outra”, - São Francisco de Assis.

Acir Gurgacz participa de audiência com pescadores em Brasília

Começou, por volta das 8h40 desta quinta-feira, a audiência pública para discutir o impasse na questão da competência sindical entre colônias de pesca e o Ministério do Trabalho e Emprego. A iniciativa foi tomada pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal, no auditório Teotônio Portella.  
Presidida pelo presidente da CRA, o senador Benedito Lira (PP-AL), a audiência foi requerida pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) saudou a presença de pescadores e de colônias desses profissionais, e destacou a importância da regulamentação da das colônias de pescadores como sindicatos.
Segundo a Federação Nacional dos Pescadores, das 1.200 colônias de pesca existentes no Brasil, 300 já receberam a carta sindical. A concessão da carta sindical para as colônias, prevista no artigo oitavo da Constituição, foi regulamentada pela Lei 11.699/2009, quando as colônias de pescadores foram equiparadas aos sindicatos rurais. Os pescadores questionam como uma decisão do ministério se sobrepõe a uma lei.

Senador Acir recepciona pescadores para a audiência em Brasília

sexta-feira, 8 de março de 2013

STF abre canal de negociação com a União



O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF) anunciou que deverá despachar nesta sexta-feira, 8, proposta para o governo federal de uma audiência conciliatória com o governo do Estado de Rondônia a fim de resolver a situação da dívida do Banco do Estado de Rondônia (Beron).

A proposta foi sugerida pelo senador Acir Gurgacz (PDT), durante reunião, nesta quinta-feira, na sede do STF, com a participação do senador Valdir Raupp (PMDB) e do presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Hermínio Coelho (PSD).

Com o despacho do ministro do STF, na avaliação do senador Acir Gurgacz, será possível abrir um canal de diálogo com o governo federal, na perspectiva de quitar a dívida ou negociar os valores. “O que não queremos é que o processo de suspensão da dívida com a União fique parado no STF, sem previsão de resultado”, disse Gurgacz. “Agora pelo menos temos a oportunidade de negociar com o governo, chegar num acordo ou apressar o julgamento”, frisou.

Assim que o STF fizer o despacho, os parlamentares rondonienses irão agendar reunião com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e com o ministro da Fazenda, Guido Mantega. O deputado Hermínio Coelho agradeceu ao senador Acir Gurgacz pelo agendamento da audiência com o ministro do STF e destacou a importância do alinhamento com a bancada federal e com o governo do Estado nessa questão. “Essa dívida é impagável e vem massacrando o povo rondoniense, portanto, não mais justo o esforço da bancada estadual e federal para quitar essa dívida”, frisou Coelho.

ENTENDA O CASO - A dívida do Banco do Estado de Rondônia (Beron) adquirida na década de 1990 ainda vai gerar prejuízo ao cofre estadual até 2028. Pelo menos essa é a previsão do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O débito ultrapassava R$ 2 bilhões e ainda resta R$ 1 bilhão a serem pagos em parcelas mensais de R$ 13 milhões.

O problema foi acarretado pela má gestão da instituição financeira, que na década de 1990 sofreu intervenção do Banco Central. Em 1995 o BC apurou que o banco estava com um saldo negativo, avaliado em cerca de R$ 100 milhões. Para saldar a dívida e arcar com encargos, era necessária uma quantia de R$ 502 milhões.

Em 1998, após uma perícia do TCE, foi verificado que um rombo de R$ 345 milhões, deixado pelo Regime de Administração Especial Temporária (Raet) do BC, se junta com a dívida já existente na instituição.


Em 2002, foi feito um pedido para revisão da dívida. Na época, o TCE preparou uma tese para defender a situação do Estado perante a dívida. Após expor a tese no Congresso Nacional, foram reconhecidos os problemas na administração do BC no período de 1995 a 1998.

O Congresso Nacional emitiu uma resolução de suspensão de pagamento da dívida, no mesmo período, que não foi cumprida pela União e ainda corre processo sobre julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

Empresa tem até 31 de março para iniciar obra



Os meses de março e abril devem ser de avanços importantes para as estradas de Rondônia. Em audiência com o diretor geral do Dnit, na tarde desta quinta-feira, os senadores Acir Gurgacz (PDT) e Valdir Raupp (PMDB), acompanhados de um grupo de deputados estaduais liderados pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Hermínio Coelho, foram comunicados de uma notificação enviada esta semana ao Consórcio CCM/CCL.

O documento, assinado pelo superintendente do Dnit em Rondônia, André Reitz do Valle, e pelo diretor geral do órgão, general Jorge Fraxe, determina que até o dia 31 de março a empresa esteja mobilizada e apta para a execução dos serviços no trecho entre os municípios de Ouro Preto do Oeste e Pimenta Bueno, considerado o mais crítico da BR-364. A ordem de serviço foi emitida há seis meses, mas os trabalhos ainda não iniciaram. Se a determinação não for acatada, a empresa será multada.

Outras boas notícias confirmadas na audiência no Dnit foram os prazos para os editais referentes às obras na BR-429 e BR-425. Conforme assegurou o general Jorge Fraxe, o edital para a construção das 15 pontes da BR-429 deverá ser lançado até o dia 11 deste mês. Já para a restauração da BR-425, o prazo para a publicação do edital é o dia 27 de março. A partir daí, segundo o diretor geral do Dnit, as ordens de serviços devem sair no período de 60 a 90 dias.

“Com os editais na praça, adotaremos o Regime Diferenciado de Contratação (RDC), uma espécie de pregão eletrônico a partir do qual a ordem de serviço sai muito rapidamente”, garantiu o general. “A triste história da BR 364 vai acabar. Se cada empresa colocar no seu lote duas frentes simultâneas de trabalho, a obra avança de forma muito rápida”, disse, revelando os estudos do Dnit para a utilização de um túnel inflável, que permitiria o andamento dos trabalhos mesmo em épocas de chuva.

O senador Acir Gurgacz disse estar confiante nos novos prazos anunciados pelo Dnit. “Nestes meses de março e abril muitas destas nossas situações tão críticas devem se resolver. Estamos colhendo o que viemos plantando desde 2009. Acredito que 2013 seja mesmo o ano de Rondônia no que se refere à infraestrutura, mas vamos acompanhar esse trabalho de perto e cobrar agilidade”, afirmou Acir.




terça-feira, 5 de março de 2013

Acir defende nova distribuição dos royalties



Senador Acir Gurgacz mostrou que Rondônia receberá R$ 180 milhões/ano com a derrubada dos vetos presidenciais ao projeto aprovado no Congresso

Os 52 municípios de Rondônia poderão receber R$ 47 milhões/ano com a derrubada do veto presidencial ao projeto de lei que estabelece as novas regras de distribuição dos royalties do petróleo (PLS nº 448/201). Com a manutenção dos vetos, os municípios rondonienses receberiam R$ 7,5 milhões/ano.

Já o governo do Estado arrecadará R$ 147 milhões/ano com a derrubada do veto presidencial, no lugar de R$ 6 milhões previstos pelas regras atuais. Isso significa que, com a derrubada do veto, os municípios e o governo do Estado de Rondônia receberão um incremento de R$ 180 milhões/ano.

Foi com base nestes números que o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) usou a tribuna do plenário do Senado Federal, no início da tarde desta terça-feira, 5, para defender a derrubada dos vetos presidenciais ao novo modelo de distribuição dos royalties do petróleo.

Acir sustentou a manutenção do texto aprovado pelo Congresso com base na Constituição, que estabelece que o petróleo é uma riqueza da nação brasileira, e, por este motivo, deve ser destinada a todos os Estados e municípios brasileiros.

“Com as novas regras estabelecemos um critério único e igualitário para todo o País, considerando como ponto central o número de habitantes dos municípios e de cada Estado, em substituição à área e localização geográfica, usados no critério atual”, explicou o senador.

Gurgacz citou como exemplo alguns municípios de Rondônia que terão um incremento na arrecadação, como Parecis, cidade com 10 mil habitantes, que pela regra atual receberia R$ 57 mil e, com a derrubada do veto presidencial, receberá R$ 352 mil.

O senador também citou Cacoal, que pela regra atual receberia R$ 247 mil e com a derrubada do veto poderá receber R$ 1.526 milhão; e Porto Velho, que com a derrubada dos vetos passará a receber 12 milhões ao invés de R$ 2 milhões.

“São valores significativos e que farão uma diferença muito grande para estes municípios do interior do Brasil, principalmente num momento em que estão fragilizados pela centralização da arrecadação de tributos no País, bem como pela redução dos repasses aos Fundos de Participação dos Municípios e dos Estados”, frisou Acir.