quarta-feira, 29 de maio de 2013

Senador Acir é o relator de infraestrutura do Orçamento de 2014


O senador Acir Gurgacz (PDT) será o relator setorial de infraestrutura do Orçamento Geral da União de 2014. A nomeação foi feita pelo presidente da Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO), senador Lobão Filho, após convite do colegiado de líderes partidários do Congresso Nacional.

A área de infraestrutura é a que contém a maior fatia dos investimentos que o governo federal fará em 2014. Os relatores setoriais examinam emendas apresentadas ao projeto de orçamento pelos deputados e senadores e pelas comissões e bancadas do Congresso Nacional. Em 2011, o senador Acir Gurgacz foi o relator de Receitas do Orçamento de 2012, e, desde então, é membro titular da Comissão Mista de Orçamentos.

Para Gurgacz, a relatoria setorial de infraestrutura vai lhe permitir contribuir ainda mais para o desenvolvimento de Rondônia, assegurando recursos para obras estratégicas no Estado. "É evidente que tenho que atender as necessidades do Brasil, como um todo, mas como rondoniense, conhecendo as necessidades de nosso Estado e como representante de Rondônia no Senado, vou trabalhar junto com a bancada federal e junto com o governador Confúcio Moura para que possamos contemplar os projetos mais importantes para Rondônia do Orçamento da União de 2014", frisou Acir.

Após a nomeação, o senador Acir Gurgacz conduziu a votação de projetos na CMO e recebeu a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, para discussão da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2014, que prevê o aumento do salário mínimo para 719 reais.

 
 

Agricultura de Rondônia é um show


A expectativa para a 2ª Feira de Tecnologias e Oportunidades de Negócios Agropecuários – Rondônia Rural Show, que encerra neste domingo, em Ji-Paraná, era fechar com uma movimentação financeira de cerca de R$ 350 milhões. A feira contou com 420 expositores, 32 palestra e um público de cerca de 30 mil visitantes.

Independente destes números expressivos, o mais gratificante foi ver como esta feira já se consolidou como um espaço importante de fomento da nossa agropecuária, oferecendo boas oportunidades de negócios, de crédito, de conhecimento, assistência técnica e novas tecnologias aos agricultores.

Com esta feira, o governo do Estado, com o apoio do governo federal e das agências de fomento, como a Embrapa, a Emater, o Ceplac, o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia, apresentaram o que existe de mais moderno e inovador para os agricultores de Rondônia. E possibilitaram, principalmente aos pequenos agricultores familiares, que são os que mais precisam, o acesso a essas inovações e ao crédito.

Durante a feira, os agricultores familiares tiveram acesso facilitado ao crédito, com juros subsidiados por meio do Fundo Estadual de Desenvolvimento da Agricultura Familiar (FEDAF). Essa medida beneficiou os produtores rurais que adquiriram equipamentos agrícolas no valor de até R$ 50 mil, e foi de grande importância para estimular o desenvolvimento da agroindústria familiar e dos pequenos empreendimentos agroindustriais.

Durante a feira, também foram entregues 400 títulos de posse definitiva da terra para agricultores, o que faz parte de uma política de regularização fundiária que estamos apoiando e cobrando constantemente mais agilidade e efetividade. Felizmente, estamos verificando avanços e isso é resultado do alinhamento político e das parcerias que estabelecemos nas esferas dos governos federal, estadual e municipais.

Essa nova maneira de implementar as políticas públicas no setor agrícola está dinamizando a economia do Estado, gerando mais emprego e renda em todos os setores e, com certeza, vai contribuir para o fortalecimento de nossa economia, mantendo o homem no campo, com dignidade e qualidade de vida. A feira é apenas uma mostra do que está sendo feito no dia-a-dia da agropecuária rondoniense. Estamos no caminho certo e, com trabalho e determinação de todos, cada um fazendo a sua parte, Rondônia em breve se consolidará como a maior potência agrícola da Amazônia.

Senador Acir Gurgacz

AUDIÊNCIA PÚBLICA EM JARU - Falta convênio para agilizar regularização fundiária em Rondônia



A falta de convênio entre os órgãos públicos federais e estaduais responsáveis pela regularização fundiária rural na Amazônia foi apontado, em audiência pública da Comissão de Agricultura do Senado, realizada em Jaru, na última sexta-feira, como o principal entrave para se ter mais agilidade na entrega do título definitivo da terra aos agricultores e assentados da Amazônia Legal.

O superintendente estadual do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Luiz Flavio Carvalho, informou que Rondônia tem mais de 200 assentamentos, com cerca de 46 mil famílias. Boa parte desses assentamentos ainda precisa de documentação. Segundo Carvalho, o instituto tem firmado parcerias com outros órgãos para apressar a titulação definitiva dessas propriedades.

Segundo o superintendente do INCRA, está ocorrendo uma reforma na logística dos trabalhos do Instituto, com a automatização dos processos e a realocação de pessoal, que irá permitir que as ações de regularização sejam aceleradas.

O secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani, disse que a meta do órgão é entregar 10 mil títulos rurais até 2015, mas para isso precisa aprimorar a parceria com o Incra, com  a possibilidade de compartilhamento das bases de dados. "Precisamos afinar a parceria para que o nosso trabalho avance, assim como estamos fazendo na regularização fundiária urbana", disse Padovani.

O programa de regularização urbana do governo estadual Título Já, entregou nos dois últimos anos mais de 10 mil títulos de imóveis urbanos em Rondônia. A meta, até 2015, é entregar 60 mil títulos de propriedade urbana. O secretário aproveitou para cobrar mais recursos do governo federal, para acelerar os processos de regularização das propriedades rurais e urbanas no Estado.

O senador Acir Gurgacz, vice-presidente da Comissão de Agricultura do Senador, que mediou a audiência pública, disse que essas diferenças entre instituições precisam ser ajustadas "Este descompasso entre as instituições é causa da lentidão no processo de regularização fundiária aqui em Rondônia", disse Acir, salientando que durante muito tempo este assunto esteve sob a competência do Incra, e, mais recentemente, com a criação do Programa Terra Legal, essa competência passou a ser compartilhada com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, o MDA.  "Estes órgãos precisam trabalhar juntos com o governo do Estado. É preciso descentralizar ações, estabelecer parcerias com os cartórios e até mesmo transferir as terras da União para o Estado, como propomos por meio de uma PEC que está tramitando no Senado", frisou Gurgacz.

O representante de regularização fundiária da Amazônia Legal, Eduardo José Ganzer, explicou o funcionamento do programa Terra Legal, que é um programa de iniciativa do Ministério do Desenvolvimento Agrário, com o objetivo de promover a regularização fundiária de ocupações em terras públicas federais situadas na Amazônia Legal. Ganzer disse que o processo de regularização de terras na região é um grande desafio para o governo, pois tem de lidar com uma área do tamanho de Portugal e Espanha juntos. O Incra atua nos assentamentos, posses, acampamentos e projetos de colonização.



CONFLITOS E FINANCIAMENTOS

Para o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura em Rondônia (FTA-RO), Lázaro Dobri, a motivação dos conflitos agrários precisa ser levada em conta no processo de regularização fundiária. Lazinho, como é conhecido, disse que as ações que discutem a posse da terra estão atrasadas na Justiça e demoram em dar resultado. Essa demora, segundo ele, termina por motivar os conflitos agrários. Ele lamentou que o Judiciário muitas vezes tenha agilidade somente para tirar produtores rurais de suas terras .

Lazinho afirmou que a produção rural é o grande motor para o desenvolvimento de Rondônia. Ele cobrou mais presença do governo nas disputas por terra e nos processos de regularização e disse que os bancos precisam dar um atendimento específico para o produtor rural, que muitas vezes não tem nem lugar para dormir quando vai à cidade em busca de financiamento.

O assessor de agronegócio do Banco do Brasil em Rondônia, Adauto Lacerda de Brito, afirmou que o banco é pioneiro na questão do crédito agrícola. O assessor, no entanto, admitiu que o banco enfrenta dificuldades na liberação de financiamento em Rondônia, por conta de leis ambientais e processos legais e burocráticos.

O gerente-geral do Banco da Amazônia (Basa), Hélio Francisco Gerhardt, disse que as instituições financeiras têm procurado atender a agricultura familiar da melhor maneira possível. Ele informou que o Basa tem investido entre R$ 100 e R$ 120 milhões ao ano em crédito rural na região amazônica.

Gerhardt lamentou que, em algumas regiões do estado, 60% dos produtores rurais não têm documentação – o que inviabiliza o fechamento de contratos de financiamentos. Ele ainda sugeriu um debate para buscar outras formas de garantia para possibilitar um crédito mais fácil para o produtor rural.

O secretário-executivo da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater-RO), Luiz Gomes Furtado, registrou que 85% das propriedades rurais do estado têm até 100 hectares, o que mostra a força da agricultura familiar e a importância da documentação para a busca de financiamentos. Ele disse que a regularização fundiária é um importante trampolim para o crédito rural.

A prefeita de Jaru, Sônia Cordeiro, acrescentou que a regularização fundiária urbana e rural é tema de preocupação também para sua cidade. Ela informou que só a regularização urbana custaria R$ 500 mil para a prefeitura, valor que foge da realidade do município.

O deputado federal Anselmo de Jesus (PT-RO) engrossou o coro de críticas à burocracia para conseguir financiamento bancário. Ele disse que é difícil até de acreditar na transparência dos números que o governo divulga sobre crédito rural. Para Anselmo, é preciso buscar soluções para as dificuldades dos entraves burocráticos.

- Aquilo que for culpa dos bancos, vamos buscar na Justiça. No que for falta de lei, o Parlamento precisa agir. Não podemos perder a grande oportunidade de conseguir crédito a longo prazo.  – disse o senador.

Segundo o deputado federal Marcos Rogério (PDT-RO), a atuação da CRA nas questões agrárias do país merece elogios. Ele destacou a realização de audiências fora de Brasília e o trabalho da comissão na elboração do novo Código Florestal. A audiência ainda teve ampla participação popular, com mais de cem perguntas enviadas por e-mail, telefone e Twitter. Produtores rurais, deputados, vereadores e prefeitos da região, além de representantes de sindicatos rurais, também acompanharam a audiência.



Acir cobra reconstrução da BR-319

 
Obra de restauração da rodovia está parada desde 2010 e aguarda conclusão de estudo de impacto ambiental no trecho intermediário, que está praticamente intransitável
 
O senador Acir Gurgacz (PDT) resgatou um pleito antigo dos rondonienses e amazonenses e lançou como desafio para o governo federal na Comissão de Meio Ambiente e no plenário do Senado Federal: a reconstrução da BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho.
 
Gurgacz fez um balanço da situação das rodovias federais em Rondônia, todas em péssimas condições, mas com obras em andamento ou em processo de licitação, e destacou que a próxima bandeira de Rondônia no setor de infraestrutrua tem que ser a reconstrução da BR-319.
 
"A ponte sobre o rio Madeira está pronta e agora, juntamente com a construção do anel viário Norte de Porto Velho, precisamos restaurar a BR-319 para completar este importante eixo de transportes para o escoamento da produção das regiões Centro-Oeste e Norte do país", frisou Acir.
 
As obras de restauração da BR-319 foram interrompidas em 2009, quando o Ibama apontou inconsistência no Estudo de Impacto Ambiental executado pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) para o trecho intermediário da rodovia, entre os quilômetros 250 e 655, no chamado meião da floresta. Um trecho de 204 quilômetros na ponta de Manaus, no Amazonas, e outro de 208 quilômetros na saída de Porto Velho, em Rondônia, foram recuperados e finalizados em 2010.
 
O senador Acir Gurgacz lembrou que na inauguração do trecho entre Porto Velho e Humaitá, no dia 24 de março de 2010, a presidente Dilma Rousseff, que na época era ministra-chefe da Casa Civil, prometeu aos rondonienses e amazônidas que eles poderiam ir de automóvel assistir aos jogos da Copa do Mundo de 2014 na Arena da Amazônia, pela BR-319 inteiramente reconstruída, pois a obra estava no PAC.
 
"Ainda tenho esperanças que isso possa ocorrer, mas vejo que a cada dia é mais difícil que isso ocorra. Por isso, faço um apelo para que todas as forças políticas de Rondônia abracem esta bandeira pela reconstrução da BR-319, para que possamos abrir novos horizontes para nossa economia e garantir o direito sagrado de ir e vir de todos os povos da Amazônia", frisou Acir.
 
O estudo de impacto ambiental solicitado pelo Ibama, avaliando os impactos no período de cheia e de seca, está sendo realizado e deve ser concluído até o dia 5 de março de 2014, abrindo possibilidade para que a restauração possa ser retomada nesse mesmo ano. "Precisamos avaliar esse procedimento para que possamos acelerar a retomada das obras de restauração", frisou Acir, que pretende apresentar requerimento para a realização de uma audiência pública na Comissão de Infraestrutura do Senado sobre o tema.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Senador Acir Gurgacz comemora liberação do trânsito sobre viaduto de Ji-Paraná


Tráfego de veículos sobre o viaduto de Ji-Paraná foi liberado nesta quarta-feira, 1º de maio, logo após caminhada com a participação do senador Acir Gurgacz e do governador Confúcio Moura

O senador Acir Gurgacz (PDT) comemorou nesta quarta-feira, 1º de maio, a abertura do trânsito sobre o viaduto da travessia urbana de Ji-Paraná. Em uma caminhada sobre os 321 metros de extensão do viaduto, com a participação do governador Confúcio Moura (PMDB), do prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires (PSB), do ex-prefeito José Bianco (DEM), de secretários de Estado e do município, além de diversas autoridades e populares, o senador Acir  conferiu a qualidade dos serviços e elogiou a rapidez e eficiência na execução da obra.

"É uma satisfação muito grande ver essa obra concluída em tempo recorde, mas com qualidade e respeito aos prazos, ao orçamento e ao povo de Rondônia", disse o senador Acir Gurgacz em entrevista coletiva logo após a caminhada sobre o viaduto. "Esta é uma obra que além de melhorar o trânsito na cidade terá impactos positivos na economia da região e de todo o Estado", frisou Acir.
O trânsito de veículos sobre o viaduto foi liberado exatamente às 16h, com movimento intenso nas primeiras horas. Muita gente saiu de casa somente para passar sobre o viaduto, conferir a obra de perto, fotografar e comemorar o momento histórico para a cidade e para o Estado de Rondônia. Em poucas horas, o viaduto já era o novo cartão postal de Ji-Paraná.

Para o senador Acir Gurgacz, que atuou junto ao Ministério dos Transportes para a liberação dos recursos para a travessia urbana, foi uma satisfação muito grande ver a alegria da população comemorando a abertura do tráfego de veículos sobre o viaduto. "Esta obra é um sonho antigo dos ji-paranaenses, que começamos a traçar na época em que fui prefeito da cidade e que ganhou consistência a partir de 2010 ".
O senador lembra que coordenou a inclusão de uma emenda de bancada no Orçamento da União de 2010. No entanto, esta emenda não foi empenhada naquele ano. "Conseguimos assegurar os recursos diretamente com o então ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, em 2011, quando ele incluiu a obra no PAC e agilizou a liberação dos recursos", relembra Acir.

Além do viaduto, a obra da travessia urbana de Ji-Paraná, orçada em R$ 68 milhões, inclui a duplicação de um trecho de dez quilômetros da BR-364 no perímetro urbano da cidade. A construção de marginais, contornos e acessos secundários. O viaduto tem 321 metros de extensão e 22 metros de largura, em duas pistas de cada lado. A obra da travessia urbana está praticamente concluída e a sua inauguração está prevista para junho. A expectativa é que a iluminação esteja pronta até junho, mas como não estava prevista no projeto original, por não ser uma competência do Dnit, pode demorar um pouco mais para ser concluída.

O serviço de duplicação da rodovia e construção do viaduto foi realizado pela construtora Aterpa e deve ser concluído em 10 meses. A obra consumiu cerca de 800 toneladas de asfalto, uma média mil toneladas de aço, 300 toneladas de camisa metálica e 1,3 mil metros cúbicos de concreto. A empresa chegou a atuar com cerca de 550 funcionários, no auge dos trabalhos, em pleno período das chuvas amazônicas.

O governador Confúcio Moura, em entrevista coletiva, destacou que a obra é um marco para o estado, pela rapidez na execução e importância que trará para o desenvolvimento regional. Confúcio Moura destacou o empenho do senador Acir Gurgacz em viabilizar a travessia urbana e também algumas obras do governo da Cooperação em Ji-Paraná: a instalação da usina de asfalto; asfaltamento de 50 quilômetros de vias mais 13 quilômetros do anel viário; canalização, drenagem e urbanização do igarapé Pintado; edificação de 593 casas populares; construção de seis escolas indígenas e outra no padrão do MEC na cidade; reconstrução e ampliação da pista do aeroporto mais a construção de um moderno terminal de passageiros e investimentos da ordem de R$ 3,5 milhões para sinalizações horizontal e vertical.




terça-feira, 30 de abril de 2013

Acir comemora formatura de 450 alunos no Projovem Trabalhador


Em noite de festa, diante de mais de mil pessoas, o prefeito Zé Rover, de Vilhena, a primeira dama Lizangela Rover e o Senador Acir Gurgacz, entregaram o certificado de iniciação profissional a 450 alunos do Pró-Jovem Trabalhador. A cerimônia de formatura ocorreu na Igreja Batista Nacional, em Vilhena, na noite de sexta-feira, 26, e contou com a presença de familiares dos formandos e autoridades locais.

O senador Acir, que cumpriu extensa agenda no município durante todo o dia, também não escondeu o entusiasmo em ver a alegria dos jovens formandos. “O Pró-Jovem é para mim um dos programas mais importantes do Governo Dilma, porque possibilita aos jovens iniciar a vida profissional com capacidade de competir em um mercado cada vez mais exigente de qualificação”, enfatizou Acir.

O prefeito Zé Rover enfatizou que o programa só foi possível em Vilhena através da parceria com o senador Acir Gurgacz, que destinou a emenda de R$ 1,2 milhão. “Esse é o maior investimento que uma gestão pode fazer, a valorização do ser humano. Estamos dando a esses jovens uma oportunidade de ingressar no mercado de trabalho com qualificação, com condições de serem bem sucedidos”, discursou o prefeito, durante o evento.

Durante o evento, a aluna Marinele Souza do Nascimento, do curso de saúde, fez o agradecimento ao senador e ao prefeito, em nome de todos os formandos. “Se não fosse pelo empenho deles certamente nós não teríamos essa oportunidade, não estaríamos aqui hoje”, afirmou.

O programa teve início em 14 de janeiro de 2012, oferecendo quatro cursos de iniciação profissional, os chamados arcos, mas áreas de administração, saúde, beleza e estética e telemática. Divididos em 14 turmas, os alunos contaram, além do aprendizado, com uma bolsa de R$ 600 durante a realização do curso.

 
 

Senador Acir Gurgacz faz palestra sobre prevenção ao uso de drogas em Vilhena


A secretaria de ação Social de Vilhena promoveu na última sexta feira, 26, no plenário da Câmara de Vereadores, uma movimentada reunião com autoridades, educadores e pais de famílias que atuam no município em favor do combate e prevenção às drogas.
 
O evento contou com a participação, como palestrantes, do presidente do Conselho Estadual de Entorpecentes CONEN/RO, Neirival Pedraça, do senador Acir Gurgacz (PDT), que desenvolve a campanha "Saúde sempre, drogas jamais", e do engenheiro Luis Antonio, que apresentou o projeto da ONG "Amor Exigente".
 
O senador Acir Gurgacz, líder do PDT no Senado, que cumpriu extensa agenda no município durante todo o dia, abriu o encontro falando de sua preocupação e dedicação à prevenção contra as drogas. O senador desenvolve desde 2010 a campanha "Saúde sempre, drogas jamais", que tem como objetivo alertar as crianças, adolescentes, jovens e toda a família sobre os cuidados para se evitar o consumo de drogas e auxiliar no tratamento de jovens.
 
De acordo com o senador, esta obra social tem mais importância do que muitas obras de infraestrutura, pois trata-se de investimento na saúde, da educação e na formação do ser humano. "Para mim, toda obra tem que ter como foco o social, o ser humano, e por isso temos que investir mais em educação, na saúde e na prevenção ao uso e tráfico de drogas", disse. "Já investimos bastante no tratamento de dependentes, mas precisamos ampliar o trabalho de prevenção, para evitar que os jovens caiam nas drogas", frisou.
 
O presidente do Conen, Neirival Pedraça, apresentou dados alarmantes do consumo de drogas no Estado e disse que “a proximidade com a Bolívia e a desestruturação familiar são as duas causas que elevam os dados a patamares tão graves”. Segundo Pedraça, de cada 100 presos rondonienses, 90 estão atrás das grades por causa das drogas. "A situação é tão triste que o atual governador  inaugurou mais número de selas do que salas de aula”, comparou.
 
A primeira dama Lizângela Rover, secretária de Assistência Social do município, enfatizou o trabalho que vem realizando para combater todo tipo de drogas e assim diminuir a violência na cidade.
 
PROPOSTAS - Outro ponto abordado pelo senador Acir Gurgacz foram as propostas e ações para prevenir o uso de drogas pelas adolescentes. Ele falou que da criação mecanismos de ocupação dos jovens e crianças, como atividades saudáveis, esportivas, de lazer ou culturais, são fundamentais para mantê-los fora do alcance das drogas.
 
A principal proposta do senador é implantar escolas de educação de tempo integral em Rondônia. De acordo com o senador, a escola em tempo integral é uma das propostas que já começam a funcionar no estado, com experiências em Ariquemes, Cacoal, Ji-Paraná e Porto Velho.
 
Para ampliar esta experiência para todo o Estado, a partir de escolas padrão, o senador Acir conseguiu recursos junto ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para a construção de duas escolas, uma em Ji-Paraná e outra em Porto Velho. Estas escolas serão equipadas com laboratórios, biblioteca, área de lazer, quadra poliesportiva e todos os equipamentos necessários para a educação de tempo integral.


 

 http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=5N4XDFu50nE


 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

No Senado com Acir Gurgacz

Se você não assistiu nosso programa de TV do último sábado, pode assistir aqui!


Prefeituras terão que fazer obras subterrâneas antes de asfaltar ruas



A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) do Senado, aprovou nesta quarta-feira (17), em caráter terminativo, projeto do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) que determina às prefeituras implantar as redes subterrâneas de serviço necessárias  –  como esgoto, distribuição de água e gás – antes de proceder à pavimentação das ruas, sob pena de ser impedida de obter financiamento federal para calçar ou asfaltar as vias públicas.

De acordo com a proposta (PLS 119/2011), a prefeitura que não observar essa regra ficará impedida de obter financiamento federal para obras viárias municipais.

Para Acir Gurgacz, as obras de engenharia devem ser pautadas pela racionalidade construtiva. “A sequência correta é implantar as redes subterrâneas antes de se efetuar a pavimentação da via. Dessa forma, evita-se que o pavimento tenha de ser aberto e e refeito antes da instalação de cada rede suplementar”, justificou o senador. “A implantação de obras de pavimentação sem a presença de redes de drenagem pluviais, ademais, reduz drasticamente a durabilidade dos pavimentos”, acrescentou.


“É uma questão de bom senso. Não há porque fazer o asfalto, pavimentar a rua, e depois ter que arrebentar tudo para colocar o esgoto, a distribuição de água e de gás", defendeu o relator  o projeto, o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). Caso não haja nenhum recurso para análise do texto no plenário do Senado, o projeto seguirá para a Câmara dos Deputados.    

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Pronunciamento - Pela redução da maioridade penal para 16 anos


Senhor presidente
Senhoras e senhores senadores

Nesta segunda-feira realizei uma palestra para os estudantes da Escola Estadual João Bento da Costa, na Zona Sul de Porto Velho, sobre um dos mais graves problemas sociais de nosso tempo, que são o uso e o tráfico de drogas, suas causas e consequencias.

Este problema é tão grave e está tão arraigado em nossa sociedade que podemos dizer que enfrentamos uma epidemia das drogas. Um problema social que também é uma questão de saúde pública.
Ao conversar com estas crianças, jovens e adolescentes, eu tive reafirmada a minha convicção de que a família e a escola precisam ser resgatadas como os alicerces para o desenvolvimento saudável de nossas crianças, de nossa sociedade e da nação brasileira.

Este é um problema que tem que ser enfrentado com mais diálogo entre pais e filhos, com o respeito mútuo no ambiente familiar, com responsabilidades definidas para cada idade e com uma escola com educação em tempo integral, com mais opções de aprendizagem, de desenvolvimento cognitivo, cultural, de lazer, de esportes e de convivência comunitária.

Nestas palestras que desenvolvemos desde 2010, temos o apoio de especialistas e de voluntários, como o nosso companheiro Dalton di Franco, jornalista e vice-prefeito de Porto Velho, que conhece bem essa problemática. Temos o apoio do Conselho Estadual de Entorpecentes de Rondônia, e de seu presidente, o Neirival Pedraça, bem como de professores e de profissionais ligados aos Centros de Atenção Psicossocial, os CAPS, além de pais e lideranças comunitárias de todo o Estado de Rondônia.

Trabalhamos basicamente na prevenção ao uso das drogas, reforçando informações que já são trabalhadas pelos professores, alertamos os estudantes sobre as formas de como evitar o contato com as drogas, como DIZER NÃO para as drogas.

Alertamos os estudantes para que não caiam nas ciladas armadas pelos traficantes, nas falsas ilusões apregoadas pela apologia ao uso da maconha; no encantamento das campanhas publicitárias de bebidas alcoólicas e no merchandaising da indústria do cigarro.

Alertamos os jovens de que a droga não é o melhor caminho de fuga para problemas sociais, para o desamparo no lar ou para os problemas estruturais na família e na sociedade. Bem como apontamos os melhores caminhos para uma vida saudável.

O público alvo preferencial de nossas palestras tem sido os estudantes do ensino fundamental e do ensino médio: são crianças e adolescentes com idade entre 7 e 17 anos que estão em diferentes fases da formação, mas que todas, de modo geral e de forma diferenciada, sofrem o assédio das drogas e estão sujeitas a essa epidemia.

Digo que estas criança estão expostas às drogas de forma diferenciada  porque assim é a nossa sociedade.  Pois hoje, o menor abandonado, a criança de rua, as crianças das periferias e de famílias carentes estão tão expostas a este problema das drogas quanto as crianças e adolescentes da classe média e de todas as camadas de nossa sociedade.

A questão fundamental de nossa campanha é levar informações para essas crianças e adolescentes, para que eles possam ampliar a consciência sobre o problema e ter convicção para dizer não às drogas.
Evidente que essa ação precisa do apoio de outras políticas públicas das áreas da educação, da saúde, da segurança pública, da assistência social, da geração de emprego, mas as informações que passamos de forma educativa são fundamentais para que o jovem possa desenvolver sua autonomia e não deixar se influenciar para o uso destas substâncias que irão alterar seu estado físico, psíquico e comportamental, ao ponto de atentarem contra a própria vida e contra a vida de seu semelhante.

Os adolescentes precisam saber que o uso de drogas leva à dependência física e química; que altera o comportamento, destrói o caráter e afeta de forma perversa a personalidade dos indivíduos, ao ponto de os levarem a prática de crimes hediondos. Como o cometido no último dia 9 do corrente, por um jovem prestes a completar 18 anos, que matou o estudante paulista Vitor Hugo Deppman, de 19 anos, quando este entrava no portão do prédio onde morava, no bairro Belém, na Zona Leste de São Paulo.

O assassino, que completou 18 anos na última sexta-feira, dia 12, cometeu o crime ainda sobre a proteção do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), do atual Código Penal e da Constituição, que definem a maioridade penal de 18 anos e o regime diferenciado de punição. Sob a proteção do ECA, eles deverão pegar no máximo 3 anos de reclusão no regime socioeducativo.

Não podemos afirmar com certeza se o jovem que matou Vitor Hugo era usuários de drogas, se estava sob o efeito de drogas ou se roubou o celular do estudante para comprar drogas, pois as atuais normas legais proíbem a divulgação de seu nome, de seus antecedentes criminais, de sua ficha policial, e até mesmo de fazermos estas suposições. Mesmo assim, foi divulgado que este rapaz já tinha sido preso outras duas vezes, por roubo, e que teria sido solto justamente por ser de menor, tendo cumprido pena socioeducativa.

Caso semelhante ocorreu neste fim de semana, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, onde um adolescente de 17 anos é o principal suspeito de ter matado o estudante universitário Itamar Ferreira Souza, de 27 anos, no sábado, 13 de abril.

Senhor presidente, independente destes menores serem usuários de drogas ou não, o alerta que trago para este plenário e para a sociedade brasileira, é o seguinte: até que ponto jovens como este rapaz que matou Vitor Hugo; jovens com a idade deste rapaz que matou Itamar Ferreira, ambos com 17 anos, podem alegar que não possuem plena consciência de seus atos.

Hoje, mais do que nunca, estes jovens e adolescentes possuem informações suficientes para discernir entre o certo e o errado, entre o bem e o mal. Pesquisas científicas comprovam que jovens de 16 e 17 anos possuem maturidade biológica, psicológica e social para fazer suas escolhas.

As pesquisas no campo das ciências psíquicas, sociais e da medicina, nos asseguram que aos 16 anos os jovens sabem o que fazem e possuem plena consciência do que é certo ou errado.
Este posicionamento também é sustentado por juristas e especialistas do Direito, como o renomado juiz desembargador Alyrio Cavallieri, que faleceu no final do ano passado, aos 91 anos, e que em sua obra 'Falhas do Estatuto da Criança e do Adolecente', reforça sua convicção de que a partir da tenra idade, os menores sabem o que fazem, e ao mesmo tempo alerta a sociedade para a necessidade de redução da imputabilidade penal para 16 anos.

Portanto, senhor presidente, o alerta que faço é o de que devemos repensar a maioridade penal no Brasil e a imputabilidade de jovens com menos de 18 anos.

Neste sentido, apresentamos, em 2011, uma Proposta de Emenda à Constituição, a PEC de número 74, que altera a imputabilidade penal para 16 anos, para os casos de cometimento de crimes de homicídio doloso e roubo seguido de morte. Creio que esta medida é necessária para que haja a intimidação da prática desses crimes por menores de idade, quando estes já possuem pleno discernimento dos seus atos.
Observa-se atualmente no Brasil um pavor social em torno da crescente criminalidade praticada por menores. Por outro lado, os adolescentes praticantes de infrações graves não têm sido punidos adequadamente.

Entretanto, para que esses crimes não fiquem impunes, e para que a impunidade não estimule a violência entre os adolescentes, é que defendo a redução da maioridade penal para 16 anos e mais rigidez nas penas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. O aumento no tempo de internação dos adolescentes infratores punidos com pena de reclusão é uma necessidade urgente e um clamor social.

Saliento que a nossa Proposta de Emenda à Constituição não reduz a maioridade penal em sua totalidade, mas somente para os casos de homicídio doloso e roubo seguido de morte, que são crimes hediondos contra a vida humana. Nosso objetivo é coibir estes crimes, para os quais os maiores de 15 anos seriam considerados imputáveis, ou seja, sofreriam as mesmas penas reservadas aos que atingem a maioridade penal. Por outro lado, manteríamos asseguradas as conquistas e avanços consagrados do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Além disso, é preciso atacar as causas da violência, como as a desigualdades sociais, o desemprego, a miséria, a desagregação familiar e social. Somente com esse conjunto de medidas é que vamos combater com efetividade o uso e o tráfico de drogas e a violência entre os menores.

Diante disso, senhor presidente, sugiro que a Mesa Diretora do Senado Federal nomeie uma Comissão Especial para tratar deste tema. Uma comissão que reunirá todas as proposições em tramitação sobre o tema, e que no prazo de 30 dias apresentará uma proposta de apreciação e votação do Congresso Nacional. Uma proposta na linha de nossa PEC, que contemple por fim um texto adequado, que atenda ao clamor da sociedade e as mudanças sociais em curso.

O Congresso Nacional precisa dar uma resposta urgente para a sociedade. Os brasileiros querem tratamento mais rigoroso para os menores culpados pela prática de crimes, como apontam diversas pesquisas de opinião.

Uma pesquisa do DataSenado, divulgada no final do ano passado, sobre segurança pública, apontou que 87% dos entrevistados concordam com a tese de que o menor de idade que comete crimes deve ser punido como adulto. 11% disseram discordar e 2% não souberam responder.

Uma outra pesquisa feita pelo Ibope e divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), também no final do ano passado, mostra que 75% dos entrevistados são totalmente a favor da redução da maioridade penal. Ou seja, ao menos quatro entre cinco brasileiros concordam com a redução da maioridade penal para 16 anos.

Portanto, senhor presidente, precisamos dar uma resposta urgente para a população. Essa definição precisa ser assumida por nós, legisladores, eleitos pelo povo para esta finalidade. O Congresso Nacional precisa assumir essa responsabilidade, colocar o tema em debate e promover as revisões necessárias na legislação.

Senhor presidente, senhoras e senhores senadores, muito obrigado pela atenção.
Senador Acir Gurgacz, líder do PDT.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Ariquemes sedia Encontro Regional do PDT de Rondônia


Pedetistas de toda a região do Vale do Jamari lotaram a Câmara de Vereadores de Ariquemes manhã do último sábado (6), para participar do Encontro Regional do Partido Democrático Trabalhista (PDT). O evento foi marcado também com a presença do governador do estado Confúcio Moura (PMDB); do vice-governador Airton Gurgacz (PDT); da presidente do Ação Mulher Trabalhista (AMT) e secretária Regional do PDT Marli Mendonça; do presidente da Juventude do PDT Diego Feza; do vice-presidente estadual do PDT, Ruy Motta, que no ato representou o senador Acir Gurgacz, presidente estadual do partido; do presidente do PDT de Ariquemes Vitório Higuchi (China); do deputado federal Marcos Rogério; do deputado estadual Saulo Moreira; presidentes municipais e suas respectivas executivas, vereadores, e lideranças de outras siglas partidárias.

Elogiando a maciça participação das lideranças, o governador Confúcio Moura lembrou que o PMDB e o PDT caminharam junto na última eleição estadual “e permanece unido através do vice-governador que também é diretor do Detran no estado com ações que vêm ajudando a impulsionar o progresso de Rondônia”.

Para Ruy Motta e Airton Gurgacz, além de tratar sobre assuntos de extrema importância para os membros do partido, o evento serviu para estreitar laços com os pedetistas e amigos do PDT do estado e da região.

O deputado Saulo Moreira (PDT Ariquemes) agradeceu a presença de todas as lideranças e fez uma breve prestação de contas sobre as emendas parlamentares de autoria dele, convênios firmados em parceria com o Governo do Estado e outras ações que vêm desenvolvendo em toda a região.

O deputado federal Marcos Rogério também ressaltou os trabalhos realizados por ele como parlamentar e salientou a importância do Encontro para o fortalecimento do partido.

Na avaliação do presidente do PDT de Ariquemes, o evento atingiu o objetivo contando com a presença de todas as executivas municipais do Vale do Jamari. “Ficamos muito felizes com este encontro de trabalho, que foi o primeiro passo do partido que será realizado em todo o estado”, destacou.

Na pauta do Encontro, esteve um debate sobre “Formação Política”; a situação partidária e conjuntura política local; Organização Partidária; Filiação Partidária; e prestação de contas das tesourarias municipais.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Saudação ao ministro Manoel Dias


Minha saudação ao companheiro Manoel Dias, que assume hoje, de fato, as atividades de Ministro do Trabalho e Emprego, após ser empossado pela presidenta Dilma no último sábado. Como fundador do PDT, junto com Leonel Brizola, como secretário-geral do PDT nacional e também presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini, o Manoel Dias ajudou muito na formação de nossa base política e das bandeiras históricas do PDT, e com certeza dará também uma grande contribuição ao governo da presidenta Dilma e ao Brasil.

Além de sua função como ministro, tenho certeza de que o Manoel continuará contribuindo para que possamos agregar mais o nosso partido, nossas lideranças e movimentos de base, visando à consolidação de nosso Brasil como uma nação desenvolvida e soberana, erradicando definitivamente a pobreza e a miséria, através da geração de emprego, da qualificação profissional, da modernização das relações do trabalho e de apoio ao trabalhador, que são as missões históricas do Ministério do Trabalho.

Manoel, conte com o apoio da bancada do PDT no Senado, com o nosso apoio, com a nossa parceria e empenho em lhe auxiliar nessa nova jornada.